sábado, 30 de novembro de 2013
Por que amamos a vida?
Por que amamos a vida?
Por Carlos Bernardo González Pecotche (Raumsol)
Muitos seres proclamam com frequência seu amor à vida, exaltando seu apego a ela nos momentos em que pressentem achar-se próximos ao final de seus dias. Porém, vejamos: sabem esses seres por que e para que amam a vida? São conscientes desse amor? São fiéis a ele? Como é esse amor: sincero, verdadeiro ou falso? Eis aí uma oportuna e conveniente reflexão prévia que fará compreender melhor o alcance deste ensinamento.
O fato de ninguém pensar nisso não impede que possamos fazê-lo nós, dando lugar, assim, a que possam pensar mais atinadamente os que ainda não o fizeram. Se, perante cada ser que valorize em algo o conceito da vida, nós nos apresentássemos com esta tríplice interrogação: “Para que você quer a vida: para reiterar o uso que fez dela, como no passado?; para reiterar o que está fazendo?; para o que fará?”, não se deterá, por acaso, para refletir com sensatez sobre o problema? Mais de um, ante sua própria consciência, não exclamará: “Que tenho feito de minha vida! Um acúmulo de misérias, cuja recordação, como as cascas de ovo, nada contém”? Que perspectivas se abrirão depois a seu futuro? Outras, talvez, que não sejam as de repetir o que foi feito no passado? Eis aí a questão.
As vidas dos que pensam, dos que se esforçam e se sacrificam pelo bem geral nos dão com eloquência a resposta
Para aqueles que carecem de um sadio conceito da vida, pouco importam as reflexões anteriores. “Queremos a vida para nos divertir”, dirão a si mesmos; “para gozar dos prazeres, da embriaguez ou da opulência, se até aí chegarmos. O resto não importa, não interessa.” Diante de semelhante quadro psicológico, comum a tantos seres, que fala com muita eloquência sobre o estado espiritual de uma grande parte da humanidade, não caberia perguntar se a criatura humana foi criada para empregar sua vida assim, dessa forma? Sua existência não encerrará uma finalidade superior? Não terá sido feita para que reproduza em si mesma os traços superiores de sua espécie, que a farão semelhante a seu próprio Criador? É possível admitir que a vida de um homem deva permanecer tão desprovida de valores? Não terá que conter elementos mais ponderáveis que seus meros apetites materiais?
As vidas dos que pensam, dos que se esforçam e se sacrificam pelo bem geral nos dão com eloquência a resposta. Por conseguinte, devemos pensar que aqueles, cedo ou tarde, compreenderão seu erro e se emendarão. Enquanto isso, o caminho se encontra aberto aos que desejam fazer de suas vidas um paraíso de felicidade.
Trechos extraídos do livro Diálogos, p. 202
sexta-feira, 29 de novembro de 2013
De frente para o futuro
De frente para o futuro
Por Carlos Bernardo González Pecotche (Raumsol)
Na Sabedoria logosófica está depositado o conhecimento que emancipa as consciências, que limpa as mentes e modela o arquétipo humano. Quanto mais se compreender a palavra desta ciência e se aplicar à vida, tanto melhor e mais fácil será a marcha do ser e mais acessíveis as verdades em busca das quais se vai. Tudo quanto obstrui, dificulta e retarda o passo dos seres humanos vinculados a meu pensamento são suas deficiências, seus defeitos e, enfim, tudo o que atenta direta ou indiretamente contra o processo de evolução consciente que se realiza sob a égide do conhecimento logosófico.
Todos têm muitas condições e qualidades boas; como não se há de sentir pena, então, quando se adverte em cada um pensamentos e atitudes que, sem anular essas qualidades, parecem escondê-las, dificultando sua manifestação?
Deficiências e defeitos todos têm: a ninguém, pois, assiste o direito de assinalá-los, exceto aquele que ensina a corrigi-los. Isto é o aconselhável, e cada um deve, discretamente, trabalhar sobre si mesmo para eliminá-los. Tampouco devem esquecer-se de que quem aponta falhas alheias, está apontando as suas próprias, seus próprios erros. Há que ser, então, dócil à palavra que corrige iluminando, que permite emendar-se sem violências e que, alternando a suavidade com a firmeza, persuade e convence, até conseguir o bem que se persegue.
E se todos aspiram a transcender o plano material, o plano comum, a fim de experimentar a ventura de elevar-se até onde almejam chegar, é preciso habituar a vontade a um constante e regular esforço na comunicação de seus íntimos desejos, com o objetivo de facilitar o desenvolvimento de suas qualidades superiores.
A humanidade chega ao fim de mais um ano em meio de agitações e perturbações de toda espécie. Vem arrastando pesadíssimas cargas e vai chegando ao cimo desta encosta saturada por enormes fadigas, sofrimentos e dores, sem se advertir de que o que fez mais grave a crise de sua marcha foram a incompreensão e intolerância comuns.
Que a luz do conhecimento logosófico permita aos homens discernir com mais sensatez sobre seus destinos, facilitando-lhes a marcha e livrando-os dessas incompreensões que só terminam em extermínio, desolação, espanto e misérias.
Ao terminar este ano, somente devemos confiar em um futuro melhor, em um amanhã mais digno da espécie humana; porém, esse amanhã terá de ser lavrado com nosso esforço, com nossa inteligência e com a sublime aspiração de um destino superior.
Que o ano que vem chegando seja para todos um motivo mais de alegria, de felicidade e de reflexão; porque os anos vão sendo cada vez mais duros, mais frios, mais curtos, tal como o tem querido a incompreensão humana. Lutemos, pois, para que os anos futuros voltem a ser cálidos, longos e ditosos para todos.
Trechos extraídos do livro Introdução ao Conhecimento Logosófico, p. 487
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
A arte de governar - 1° parte
A arte de governar (1ª parte)
Por Carlos Bernardo González Pecotche (Raumsol)
Considera-se algo sabido, segundo a definição corrente, que política é a arte de governar. Mas, se a política fosse isto, já se teria conseguido realizar, verdadeiramente, a consumação máxima do sentido do termo. Por infelicidade, existe a esse respeito uma distância que se mantém em muitos povos da terra sem nenhuma variação apreciável.
No processo histórico das sociedades humanas, desde os tempos imemoriais até o presente, percebem-se idênticas inquietudes e idêntico afã de alcançar as posições diretivas, enquanto as organizações sofrem os vaivéns das lutas partidárias. Uma vez composta, cada agremiação política proclama aos gritos, ante as doutrinas adversárias, a qualidade insuperável de seus postulados, e cada uma, por sua parte, trata de pressionar por todos os meios a seu alcance a decisão majoritária que haverá de lhe dar o triunfo.
Mais claramente, a política poderia ser definida como a arte de chegar ao governo, pois a capacidade para desenvolver o processo do programa próprio até alcançar o fim proposto no campo da política não implica, de modo algum, a capacidade para guiar o processo dos demais.
A arte de governar, o homem começa a aprendê-la no dia em que ascende ao poder,
sempre que as tarefas, problemas e conflitos que deve atender e enfrentar lhe permitam exercer livremente, sem pressões estranhas à sua função, essa difícil arte.
A política suscita dissensões e temores, os quais raramente abandonam o governante, por mais bem intencionado que seja, porquanto as críticas ou as ideias contrárias às suas gestões de governo pareceriam impedir que se apague o fogo das paixões que mobilizaram e pressionaram as lides partidárias em plena efervescência eleitoral.
E é estranho, quase diríamos inverossímil, que um cidadão chegue à mais alta função pública sem se haver apoiado em forças populares nem contraído compromissos de todo tipo, e o conjunto dessas forças e compromissos depois reclama para si o poder de indicar rotas e decisões. Não se viu muitas vezes como os partidos políticos absorvem a vontade do chefe de Estado, impondo-lhe suas decisões e mandados? E não é por acaso o temor de ser abandonado pelos que o levaram ao poder o que faz com que ele ceda às suas exigências ou às daqueles que lhe prestaram seu concurso ou lhe serviram nos momentos febris da luta?
A nave do Estado deve sulcar águas agitadas por tormentosas correntes, cada vez que um novo capitão empunha o timão, e é de muito séria gravidade para um barco que se acha às voltas com temporais, em alto-mar, que comecem também a se agitar seus tripulantes, seja por falta de víveres, seja por questões que nunca faltam e que eclodem, geralmente, quando as situações se tornam indefinidas.
Ceder constantemente às exigências das forças populares que prestam seu apoio não implica dirigi-las, orientá-las ou encaminhá-las para finalidades superiores de governo.
Trechos extraídos de artigo da Coletânea da Revista Logosofia, tomo 2, p. 246
sábado, 23 de novembro de 2013
Preparação da mente: indispensável para transformar a vida
Preparação da mente: indispensável para transformar a vida
Por Carlos Bernardo González Pecotche (Raumsol)
Sendo a mente o principal dispositivo da psicologia humana, só nela é possível firmar a esperança lógica de poder experimentar uma mudança favorável e positiva na condução da vida para um futuro melhor, já que isso implicaria tomar contato com o conhecimento que dá ao homem o domínio dos elementos ou das forças que operam no cenário da existência humana. Esse domínio deve ser alcançado mediante contínuos esforços para não frustrar as ânsias do espírito, que busca o caminho de sua liberação pelo conhecimento. É a liberação de todas aquelas limitações que oprimem o homem e o inabilitam para possibilidades maiores no transcurso de sua caminhada pela evolução consciente; liberação da ignorância que adormece sua inteligência e das sombras que obscurecem sua razão, impedindo que o entendimento possa desfrutar a sublime felicidade que implica a posse de tão precioso poder.
Preparar a mente deve ser o alvo, o objetivo básico, e para isso terão de tender todos os empenhos da criatura humana, se quiser transformar sua vida limitada e exposta às contingências de uma luta extenuante, e predispor seu espírito a uma nova forma de vida que substitua seu destino incerto por um futuro pleno de ventura. Mas isso não se consegue pelo simples fato de ler um livro, ou dois, ou muitos, nem se aprofundando em teorias, ou seguindo métodos que não passam de belas palavras.
A Logosofia mostra que, para evitar desvios e perda de tempo,
é preciso partir de um princípio inquestionável
Este princípio, que tem de ser sem dúvida alguma o que encaminhe os primeiros passos, está determinado pela lei que rege todos os processos. Isso quer dizer que, se buscamos uma solução X, não devemos obter por resultado uma solução Y. É a incapacidade, pela ausência de conhecimento, que faz os homens se perderem no labirinto de seus próprios pensamentos e ideias.
Caso se queira edificar uma existência fértil em produções de elevado benefício, e que todas as ações estruturem um destino melhor e coloquem o homem num lugar privilegiado no conceito do mundo, deve-se começar, como indica a Logosofia, por efetuar um reconhecimento no mundo interno individual, a fim de estabelecer quais são os valores permanentes e com que capacidade de conhecimento se pode fazer uso deles.
Se alguém pretende alcançar com êxito os fins do ideal concebido, será necessário munir-se daqueles elementos que propiciem a aquisição de novos valores e permitam dirigir a evolução para um campo de maiores possibilidades. Tais elementos viriam a ser a escolha do ambiente, dos semelhantes e de todas aquelas coisas que representem, para o cumprimento dos objetivos e aspirações, os verdadeiros meios de expressão com os quais se deve conviver e até identificar a própria vida.
A Logosofia, ao oferecer os elementos básicos para a realização feliz de cada processo individual, permite que todos não apenas encontrem os meios adequados de que necessitem, mas também obtenham o estímulo necessário para tornar mais grata a tarefa que cada um se impôs.
Trechos extraídos de artigo da Coletânea da Revista Logosofia, tomo 3, p. 15
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
A vida deve ser cuidada como um jardim
A vida deve ser cuidada como um jardim
Por Carlos Bernardo González Pecotche (Raumsol)
Apesar de serem muito numerosas as vidas que povoam este planeta; apesar de fazer tantos milênios que os homens caminham por este mundo, não se conseguiu, ainda, superar as condições que devem distinguir a espécie humana.
Os homens vivem em todas as partes do mundo: uns estudando, outros trabalhando; uns lendo, outros escutando, e outros sem fazer nada; todavia, entre a enorme quantidade de seres que se movem e cumprem suas atividades na ordem rotineira do afazer diário, promovem-se experiências instrutivas para o governo individual. Uns mais, outros menos, todos, sem exceção, devem sentir, diariamente - e algumas vezes de forma crua -, a realidade dessas experiências, cujo valor é enorme.
Pois bem; se extrai devidamente o fruto de tais experiências? Faz-se delas o uso correspondente?
Em geral não se faz uso nenhum e, quando alguém recolhe os resultados delas e os utiliza em suas atuações, o faz de forma egoísta, reservando unicamente para si os benefícios obtidos. Os que por uma ou outra causa triunfaram ou vão triunfando na vida, raramente dizem de que meios se valeram, nem que experiências lhes foram de maior utilidade para corrigir sua conduta; enfim, guardam para si o que, segundo eles, conquistaram à custa de muitos sacrifícios, de muitas preocupações ou de muitas amarguras.
Ficam assim, pois, uns e outros – visto que quem priva outros de auxílio sofre, por sua vez, as consequências do mesmo erro por parte de seus semelhantes –, em uma total orfandade, desamparados pela própria ignorância de tantos conhecimentos que se poderiam obter mediante tais experiências. Na verdade, se cada um oferecesse a seu próximo o conhecimento que delas se desprende, muitas e muito dolorosas poderiam ser evitadas.
A vida deve ser cuidada e enaltecida; deve-se cultivar todas as possibilidades que encerra e fazer delas um jardim
Eis aqui uma dessas experiências, que com frequência se reproduz: Há pessoas que passam a vida dedicadas ao culto de um valor e, quando envelhecem, se dão conta de que não era esse o único nem o melhor, nem o maior nem o que mais lhes convinha, e que ao mesmo tempo que rendiam culto a esse valor, poderiam tê-lo feito com muitos outros, consagrando a seu cultivo idêntico empenho, constância e entusiasmo.
A vida deve ser cuidada e enaltecida; deve-se cultivar todas as possibilidades que encerra e fazer delas um jardim, ainda que seja apenas para ter a ventura de recolher, de quando em quando, uma flor de cada planta que a própria mão semeou, cultivou e aperfeiçoou. O conjunto de todas essas plantas serão as obras realizadas; as flores, as consequências úteis dessas obras. Mas a planta principal, a planta humana, na qual se concentram todos os movimentos da concepção interna, essa merece o maior dos cuidados e a maior atenção, pensando, a cada dia, o que se fez por ela.
Trechos extraídos do livro Introdução ao Conhecimento Logosófico, p. 235
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
Uma justa homenagem às mães
Uma justa homenagem às mães
Por Carlos Bernardo González Pecotche (Raumsol)
Quem são os que levam em conta certos fatos vividos, os quais, por serem os mais gratos à vida, deveriam permanecer perenemente frescos em sua memória? Muito poucos; a maioria esquece com demasiada frequência os momentos em que experimenta uma verdadeira felicidade. O instante em que, com a melhor disposição de ânimo, se presta ajuda a um semelhante, como aquele em que, ao contrário, se é ajudado, comovem profundamente o espírito.
Muitos e variados são os casos em que, como consequência do esquecimento, o homem se priva de desfrutar momentos de felicidade, possíveis ainda pela simples revivência mental. Daí que tantos, no afã de se proporcionarem esses momentos de felicidade, busquem sua obtenção por diferentes caminhos, enquanto por negligência ou ignorância deixam de criar o vínculo que lhes permitiria alcançá-los. Esse vínculo não seria outro senão aquele que provém de um fato que, por sua própria natureza, leva a experimentar a realidade de um instante feliz.
Quando o homem chega a adquirir certo grau de consciência e valoriza a força dessa verdade inabalável, sente que sua própria vida se deve, em grande parte, à gratidão. Ela é, traduzida à linguagem impronunciável, uma oferenda íntima e, ao mesmo tempo, a exaltação de uma recordação que mantém vivo, com a própria vida, o instante em que o ser experimenta tão grata felicidade.
Se cada um buscasse dentro de si a recordação das horas felizes e de tudo que foi motivo de ventura, muito seguramente encontraria mais de uma razão para deleitar o espírito nessa revivência de imagens queridas.
Como não guardar gratidão a quem cooperou para tornar mais fácil e feliz o transcorrer de nossos dias?
Para o bem recebido, provenha este de nossos semelhantes, de animais ou de coisas que rodearam ou rodeiam nossa existência, devemos guardar uma consciente gratidão. Com ela conseguiremos destruir a falsa gratidão, aquela que é tão comum e se limita a uma palavra ou uma frase expressada com maior ou menor ênfase. A gratidão consciente não necessita de expressões externas e contribui para fazer ditosa a existência, porque mediante ela se acaricia intimamente a recordação, identificando-a com a vida.
Deter por um instante, pois, o pensamento naqueles que nos proporcionaram um bem é render-lhes uma justa homenagem, da qual a alma jamais se arrepende, especialmente porque nesses instantes a própria vida parece adquirir outro conteúdo, e o ser, como se uma força titânica, sublime e cheia de ternura o impulsionasse, sente-se disposto a ser mais bondoso e melhor. Por acaso, na circunstância de tributar essa homenagem de gratidão, não se experimenta uma nova ventura, ao sentir que o fato revivido forma parte da própria vida? Totalmente contrário é o que acontece com os que, seguindo outra conduta, desprezam aquele ou aqueles que lhe fizeram um bem, sem perceberem que com isso vão mutilando suas existências, ao truncarem tenros brotos que poderiam mais tarde se transformar em ramalhetes de flores.
A gratidão, como sentimento de imponderável valor, parece ser um dos tantos segredos que o ser humano deve descobrir, para extrair dele esse bem que geralmente se busca ali onde não está e que, encontrado, se desvaloriza e se esquece.
Trechos extraídos de artigo da Coletânea da Revista Logosofia, tomo 2, p. 229
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
Renovação interna da vida
RENOVAÇÃO INTERNA DA VIDA
Fazendo uma revisão da minha vida, senti a necessidade de reconstruí-la sobre bases reais pelo fato de sentir que ela estava baseada somente em coisas supérfluas e corriqueiras, que não me permitiram uma superação concreta em conformidade com os seus grandes objetivos.
Com os elementos de que dispunha, isto é, proporcionados pela religião que pratiquei e pela cultura comum, não consegui esse objetivo, apesar das várias tentativas.
Somente com o estudo e a prática dos ensinamentos logosóficos estou conseguindo criar uma nova individualidade e uma superação em todas as ordens da minha vida.
Ao comprovar as mudanças da minha modalidade de ser e do meu caráter, estou realizando com mais esforço e determinação a segunda parte: a de eliminar as aderências de preconceitos, de deficiências psicológicas e de crenças, visando criar uma nova imagem bem superior a atual.
Observando as minhas atuações e atitudes, percebi que os pensamentos me levavam a fazer o que não queria e me impediam, muitas vezes, de fazer o que me propunha.
Com os novos elementos adquiridos pude comprovar que devemos disciplinar os pensamentos para que eles possam ficar subordinados a nossa vontade, porque caso contrário eles atuam de uma forma aleatória e indisciplinada.
Para que pudesse ter um maior domínio sobre eles, procurei seguir a orientação do método logosófico que aconselha conhecê-los, identificá-los e selecioná-los com o objetivo de debilitar e eliminar os negativos, para que os de maior hierarquia pudessem atuar sem a interferência daqueles.
Sinval Lacerda
Para mais informações sobre a Logosofia e a Fundação Logosófica:
www.logosofia.org.br
Renovação interna da vida
RENOVAÇÃO INTERNA DA VIDA
Fazendo uma revisão da minha vida, senti a necessidade de reconstruí-la sobre bases reais pelo fato de sentir que ela estava baseada somente em coisas supérfluas e corriqueiras, que não me permitiram uma superação concreta em conformidade com os seus grandes objetivos.
Com os elementos de que dispunha, isto é, proporcionados pela religião que pratiquei e pela cultura comum, não consegui esse objetivo, apesar das várias tentativas.
Somente com o estudo e a prática dos ensinamentos logosóficos estou conseguindo criar uma nova individualidade e uma superação em todas as ordens da minha vida.
Ao comprovar as mudanças da minha modalidade de ser e do meu caráter, estou realizando com mais esforço e determinação a segunda parte: a de eliminar as aderências de preconceitos, de deficiências psicológicas e de crenças, visando criar uma nova imagem bem superior a atual.
Observando as minhas atuações e atitudes, percebi que os pensamentos me levavam a fazer o que não queria e me impediam, muitas vezes, de fazer o que me propunha.
Com os novos elementos adquiridos pude comprovar que devemos disciplinar os pensamentos para que eles possam ficar subordinados a nossa vontade, porque caso contrário eles atuam de uma forma aleatória e indisciplinada.
Para que pudesse ter um maior domínio sobre eles, procurei seguir a orientação do método logosófico que aconselha conhecê-los, identificá-los e selecioná-los com o objetivo de debilitar e eliminar os negativos, para que os de maior hierarquia pudessem atuar sem a interferência daqueles.
Sinval Lacerda
Para mais informações sobre a Logosofia e a Fundação Logosófica:
www.logosofia.org.br
terça-feira, 19 de novembro de 2013
A ajuda que se pede a Deus nos momentos de aflição
A ajuda que se pede a Deus nos momentos de aflição
Por Carlos Bernardo González Pecotche (Raumsol)
OLIVÉRIO: – Como se deve interpretar o fato de uma pessoa, no paroxismo do desespero, por exemplo, invocar a Deus e receber, em seguida, o auxílio divino que acalma sua agitação e lhe permite resistir com maior serenidade e inteireza ao momento crucial que esteja vivendo? Recebe ela de verdade essa ajuda? Seria apenas uma consequência do in¬fluxo divino da religião que professa? E, se for assim, como se explica que o mesmo bem seja alcançado com igual prodigalidade pelos que não professam religião alguma? É este um mistério no qual eu gosta¬ria de penetrar.
PRECEPTOR: – É comum observar que ninguém ou muito poucos se recordam de terem um espírito que anima a vida, o qual permanece quase estático enquanto o ser físico age movido somente pelas necessidades de ordem rotineira que a vida corrente lhe apresenta, sendo muito raras as vezes em que esse espírito tem oportunidade de comovê-lo com outros objetivos. E é precisamente nesses momentos de aflição que atormentam o ser, que aparece delineando-se uma das formas mais atraentes e sugestivas do espírito, pois este se manifesta na própria sensibilidade, respondendo ao clamor da angústia. Esse simples fato reconforta e suaviza as durezas do transe amargo, permitindo recobrar a serenidade e, depois, a calma perdidas.
Não se deve, pois, atribuir isso a nenhum milagre, nem se enganar com a crença de que se teve algum auxílio particular, oriundo da Divina Providência. Nada irrisória seria a tarefa do Criador se, pela mera invocação de cada uma das criaturas humanas, devesse Ele atender a suas demandas de auxílio. Diferentemente disso, devemos pensar que no próprio espírito do ser é onde existem recursos aos quais sem saber se apela, ao se dirigir a Deus nos momentos mais álgidos da vida.
OLIVÉRIO: – Acho inteiramente lógico o que o senhor acaba de manifestar; vejo ago¬ra que a criatura humana não é tão desvalida como se acredita, já que, até mesmo nos transes mais difíceis de sua vida, ela encontra a seu alcance o recurso salvador.
PRECEPTOR: – É mesmo assim; e se você compreende bem isso, verá então como provém de Deus, sem dúvida alguma, a grande ajuda recebida em tais circunstâncias. Mas é ali, precisamente, que reside o mistério: no fato de fazer chegar até nós esse auxílio por via indireta, ou seja, por intermédio de nosso próprio espírito, que é quem fortalece nosso ânimo, fazendo-nos experimentar não só a realidade de sua existência, mas também o rigor de sua censura, ao compreendermos que não devemos tê-lo em tão pouca conta, quando já se viu a importância que ele assume toda vez que procuramos nos elevar na busca de um consolo para nossa aflição, ou de uma luz que ilumine a vida ensombrecida pelo sofrimento.
Seria um erro pensar que, na emergência citada, Deus teria intervindo pessoalmente, e absurda é também a pretensão de crer que foi uma intervenção em particular, ao se sentir o alívio almejado. Fica bem claramente mostrado que existe no Grande Ser uma onisciência que abarca todos os âmbitos de sua Criação, achando-se o espírito, portanto, consubstancia¬do com essa força universal que obedece às leis cria¬das pela Inteligência Suprema. Um episódio da natureza do exposto não tem, pois, a menor repercussão cós-mica, como não teriam para nós repercussão de transcendência alguma os gritos de um pintinho que, fugindo de um perigo, se salvasse inesperadamente.
Trechos extraídos do livro Diálogos, p. 102
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
Por uma hamanidade mais consciente - 1° parte
Por uma humanidade mais consciente - 1ª parte
Por Carlos Bernardo González Pecotche (Raumsol)
Quando repassamos os fatos históricos que marcaram o princípio e o fim de épocas gloriosas ou de decadência, e o entendimento se põe a meditar sobre o que cada um deles significou e significa para a reflexão dos homens, experimentamos, sem que possamos contê-lo, um sacudimento espiritual, uma alegria que vem junto a uma aflição e, sobretudo, a um anseio ardente de ser útil à humanidade.
Esse anelo é, precisamente, o que impulsiona os seres humanos para melhorar suas condições e qualidades, num amplo e generoso gesto de superação espiritual. E é nesse afã que os homens encontram seus melhores estímulos e as mais nobres inspirações de bem.
Mas a humanidade, que se agrupa em raças ou povos de diferentes idiomas, hábitos, etc., pertencentes, sem exceção, ao gênero humano, está formada por grandes massas de diversos tipos psicológicos, distanciadas entre si mental e espiritualmente, de acordo com o grau de adiantamento que umas e outras acusam, e de acordo com os costumes, crenças ou inclinações de seus pensamentos. No seu todo, isso estabelece dentro desse conjunto diferenças que às vezes culminam em antagonismos extremos, e que são causa, desde tempos imemoriais, dos tantos conflitos produzidos no mundo. Esses conflitos, com o passar dos anos e dos séculos, foram aumentando o volume das contendas e dos desastres, restando como saldo fragmentos de humanidade. Queira-se ou não, isso veio debilitando o homem e, até se poderia dizer, afastou de suas possibilidades a grande figura arquetípica de seus elevados destinos.
Devolver à humanidade o pleno gozo de suas faculdades e o uso consciente de sua razão deve ser e é o maior imperativo do momento atual.
Isto tem muito a ver com o abandono a que, incompreensivelmente, a humanidade parece ter-se entregado no curso dos séculos, abandono de suas condições e qualidades e, sobretudo, da disposição para atender à única realidade que dá expressão à sua existência: a consciência.
Ultrapassado o limite de todos os desejos e exigências que costumam determinar o conjunto das aspirações humanas, e ainda de suas razoáveis ambições, o ser humano, numa quase permanente agitação, foi submergindo-se pouco a pouco na inconsciência, ou seja, num obscurecimento que, sem maiores transtornos para sua razão, sutilmente a foi embriagando, até convertê-la num instrumento que justifica, aos olhos das outras pessoas, os erros ou desvios em que ele incorre.
Devolver, portanto, à humanidade o pleno gozo de suas faculdades e o uso consciente de sua razão deve ser e é o maior imperativo do momento atual.
Não se há de esquecer que foram sempre uns poucos, em relação ao número de seres humanos que povoam a Terra, os que tiveram a responsabilidade de guiar os homens pelo caminho que devia conduzi-los ao cumprimento de seus fins mais elevados. De modo que o peso dessa grande responsabilidade recaiu, em todas as épocas, sobre esses poucos que tiveram de pensar pelos demais. Pois bem; não teria chegado o tempo de essa responsabilidade ser compartilhada por um número maior de seres, e de aumentar a cada dia o número dos que pensam e dos que colaboram em tão magno trabalho?
Trechos extraídos de artigo da Coletânea da Revista Logosofia, tomo 3, p. 197
domingo, 17 de novembro de 2013
Maravilhas da fisionomia humana
Maravilhas da fisionomia humana
Por Carlos Bernardo González Pecotche (Raumsol)
Existem muitas coisas extraordinariamente interessantes no conjunto das tantas maravilhas que a Criação oferece; maravilhas que aparecem quando a inteligência toma contato com elas e descobre seu encanto e seu valor. Vamos nos referir à que concerne à fisionomia humana.
É indubitável que o rosto humano não poderia escapar às transformações que as leis universais exigem de tudo o que foi criado. Das toscas e imperfeitas fisionomias primitivas, nas quais não se percebia traço algum de qualidades sensíveis, às doces e expressivas da época presente, nas quais se revela a evolução da criatura humana, existe uma distância enorme.
A humanidade primitiva cumpriu suas etapas entre as selvas virgens e em franca convivência com as espécies inferiores que povoavam a terra. Seus rostos, carentes de toda expressividade humana, já que suas expressões tão somente denunciavam as reações do instinto, não podiam traduzir nenhuma das excelências do espírito, porque lhes faltava o polimento que a evolução realiza através dos séculos.
A fisionomia humana hoje mudou tanto, que bem pode ser proclamada uma das maravilhas mais preciosas da Criação. No homem de nossos dias, como no de avançadas civilizações do passado, é comum encontrar a presença de uma infinidade de traços que se manifestam no rosto, por força de uma espiritualidade cultivada ou, nos casos em que esta não foi alcançada, pela modelagem hereditária mediante o cruzamento de sangues e a adição de contribuições mútuas à superação da descendência. Não obstante, a fisionomia humana ainda dista muito de alcançar seu aperfeiçoamento, o que haverá de coincidir, naturalmente, com o aperfeiçoamento integral do ser.
A fisionomia é o que melhor revela as características psicológicas do ser
Os olhos, ao mostrarem ora a candura dos sentimentos puros, ora uma sublime sensibilidade, ora a expressão da inteligência cultivada transparecendo na luz do olhar, costumam velar mais de um defeito e atrair a simpatia e a atenção, ao se concentrarem neles essas manifestações do sentir íntimo. E se a isso somamos a palavra expressada em tom afável e eloquente, teremos a razão por que muitas fisionomias se iluminam de repente e se enchem de graça e simpatia, gravando-se na retina de quantos as contemplam ou observam.
O mau caráter é o que mais enfeia o rosto. A repetida contração que promove nos músculos faciais endurece os traços fisionômicos e refletem modalidades inconvenientes que causam uma desfavorável prevenção nos demais. Toda moderação que influa nos estados de ânimo e suavize a exteriorização dos desafogos do humor torna atraente a fisionomia e a dulcifica. O caráter enérgico não altera a fisionomia, se após a expressão dinâmica aparece o semblante tranquilo, natural.
As fisionomias se definem pela natureza dos pensamentos que predominam na mente e orientam a conduta do ser. Se são elevados e nobres, se são regidos por normas superiores de convivência, no rosto transparecem, com diáfana clareza, estados internos e modalidades do caráter que inspiram confiança e simpatia. A capacidade, o talento, como também todas as qualidades intelectuais desenvolvidas, oferecem a mesma característica, só que, na maioria das vezes, as linhas atraentes que tais qualidades gravam no semblante são substituídas pelas linhas antagônicas da vaidade e da excessiva estimação de si mesmo, que torna as pessoas pouco menos que intratáveis.
Trechos extraídos da Coletânea da Revista Logosofia, tomo 1, p. 225
sábado, 16 de novembro de 2013
A conciança em sua expressão ética
A confiança em sua expressão ética - 1ª parte
Por Carlos Bernardo González Pecotche (Raumsol)
Do ponto de vista de sua expressão ética, a confiança é o terreno moral que, partindo de nossa intimidade, se estende até circundar o que forma o conjunto de nosso ser. Assim, o espírito, a alma, a mente e o corpo se acham penetrados dessa essência moral que constitui, em resumo, o fundo característico de toda individualidade.
Temperando o ânimo na experiência e aquilatando os valores da inteligência em inequívocas atuações, consegue-se a confiança em si mesmo. Deve-se perceber com rigorosa nitidez a própria maneira de ser e adequar o conhecimento às exigências do esforço. Em poucas palavras: deve-se alcançar em grau máximo a certeza de se sentir capaz em relação ao que se pode fazer.
A confiança em si mesmo tem de significar a prova de uma justa avaliação; o culto às condições e à capacidade, sem cair na egolatria nociva.
A confiança que inspira a amizade sincera, similar à da família, fundamenta-se na reciprocidade do afeto e do conhecimento pessoal.
Desde o simples conhecido até o amigo verdadeiro, existe uma escala de graus no vínculo que os aproxima, vínculo suscetível de alterar-se por qualquer motivo, enquanto não se manifeste o apreço e a consideração como uma afirmação do conceito mútuo. A confiança é, então, produto da garantia moral que cada um se outorgue.
O ruim é quando se desvirtua ou se desnaturaliza o conteúdo nobre e sadio de tudo quanto a palavra confiança encerra. Daí surgem abusos que tanto afetam o decoro e a integridade humana, além dos prejuízos que costumam ocasionar por rigorosa consequência. É muito comum observar a quantidade de pessoas que, sem consideração alguma, tomam uma confiança que muito longe estava de lhes ser concedida. Não deixa de ser este um curioso aspecto da psicologia humana. Nos seres de escassa cultura ou instrução, geralmente se percebe essa tendência, provocando, em muitas circunstâncias, incidentes desagradáveis. Também encontramos casos em que se comete um abuso de confiança porque se deu oportunidade para isso.
O mesmo costuma acontecer entre duas pessoas de posições diferentes, quando o superior, em determinadas ocasiões e num gesto de camaradagem, permite uma maior intimidade, confundindo sua hierarquia com a do subordinado, e o faz de boa-fé, o que não dá a este o direito de fazer uso dessa confiança eventual que lhe foi concedida. Para o inferior, o de maior hierarquia deve ser sempre tido como tal; o respeito e a consideração deverão permanecer fiéis nele, se não quiser que o superior retire a confiança que lhe havia dispensado, pois é bem sabido que o fato de tomá-la implica invadir a autoridade daquele de quem ela depende, provocando a consequente reação.
Ao contrário disso, quando o subordinado se comporta corretamente, sabendo guardar distância e mantendo firme o conceito que seu superior deve merecer dele, é logo recompensado na amplitude das atribuições que lhe são dadas e no aumento da confiança que lhe é dispensada.
sexta-feira, 15 de novembro de 2013
A superação integral como objetivo
A superação integral como objetivo
Por Carlos Bernardo González Pecotche (Raumsol)
Embora seja certo que muitos desejam uma superação de suas vidas, por se sentirem desconformes com a passagem monótona de seus dias – que se sucedem e se repetem como algo fatal, sem nenhuma variação que estimule o espírito, tal como a gota d’água a cair sempre de modo igual –, nem todos se empenham em realizar esse objetivo com a resolução, paciência e constância que são requeridas por um processo de superação integral, o qual exige, como requisito indispensável, que se trace um plano de trabalho pessoal.
Este plano consiste na observação ininterrupta de todos os movimentos diários que se referem tanto aos pensamentos quanto às atuações que o indivíduo está habituado a desenvolver no curso de seus dias. Mencionamos os pensamentos em primeiro lugar porque são eles os que têm a principal interferência na realização de tal processo.
A preparação interna que se realiza com vista ao desenvolvimento da inteligência, por exemplo, requer ser assistida por uma firme vontade de alcançar um verdadeiro adiantamento em cada um dos conhecimentos comuns em que a vida diária se desenvolve. A preocupação básica é neste caso permanente, e preside uma por uma das horas que se vivem. Assim, sendo permanente o empenho, haverá uma melhoria de todas as atuações e se tratará, ao mesmo tempo, de ir superando a cada dia as atividades que se vão desenvolvendo, pois nada pode estimular mais, nem causar alegria mais terna, do que observar o progresso obtido em cada superação.
A ninguém está vedado superar suas próprias condições e levar seu ser
a planos de atuação cada vez mais eficientes e dignos de uma posição melhor
Porém, há algo que vai além das atuações ou atividades externas, quer dizer, daquelas que comumente se realizam; esse algo é a superação integral, que não deverá ser feita visando apenas a um maior desenvolvimento da inteligência, mas para alcançar todos os confins da vida do ser. E, para isso, será necessário que este crie no interior de si mesmo o ambiente adequado, a fim de que frutifique o bem que se persegue.
Saber que se pode ser mais do que se é e ter mais do que se tem, mercê dessa superação em que a alma deve se empenhar com todo o afinco, é já uma garantia inquestionável do que é possível alcançar. Mas as normas a que todo ser humano deve submeter o exercício continuado de suas faculdades mentais deverão ser inflexíveis, no sentido de não tolerar os erros e as deficiências, as quais devem ser corrigidas ou eliminadas à medida que se avança em busca do aperfeiçoamento.
Os obstáculos e dificuldades que geralmente se interpõem ao cumprimento de tão plausíveis desejos de superação são o esquecimento dos propósitos, a falta de vontade para prosseguir o labor iniciado e o tão acentuado costume de deixar sempre para outro dia o que se pode fazer a qualquer momento. Não obstante, sempre se viu que os que triunfam nisto ou naquilo, alcançando as metas almejadas, são os que persistem em seus esforços e corrigem suas atuações deficientes.
Trechos extraídos de artigo da Coletânea da Revista Logosofia, tomo I, p. 171
Assinar:
Postagens (Atom)