quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Enfoque de planos superiores

Após uma avaliação das minhas conquistas, principalmente com relação à superação de conceitos e de conduta, pude perceber a grande diferença existente entre a etapa anterior da minha vida, baseada em conhecimentos comuns e em elementos proporcionados pelas crenças e a posterior com o estudo e prática dos ensinamentos logosóficos. Quando percebi que os pensamentos são susceptíveis de evolução e que muitos se encontravam estáticos na minha mente, iniciei uma seleção desses pensamentos com o objetivo de eliminar os inúteis e negativos e em seu lugar criar novos pensamentos de maior hierarquia que pudessem atender a minha superação interna e encaminhar a minha vida para um destino superior. A superação de muitos conceitos contribuiu para uma melhora da minha conduta nas diversas ordens da minha vida e para que pudesse enfocar o meu entendimento para aspectos bem superiores aos da vida comum. Com o despertar da consciência superior senti a manifestação de muitos anelos que se encontravam adormecidos dentro de mim, e com a orientação dos conhecimentos logosóficos vou transformando esses anelos em realidade, o que me tem proporcionado uma grande alegria interna e uma segurança nas minhas atuações e atitudes. Todos esses elementos têm contribuído para uma atuação em conformidade com o maior objetivo da vida: a aquisição do saber superior, o aperfeiçoamento e a transformação dos benefícios conquistados em obras que possam beneficiar aos semelhantes, conforme prescreve a Lei Universal de Caridade. A Logosofia é uma ciência e cultura ao mesmo tempo, que está destinada a criar no ser humano uma nova individualidade que lhe permite conhecer a si mesmo e encaminhar a sua vida em direção aos supremos desígnios do Criador plasmados nas suas supremas Leis Universais. Sinval Lacerda Para mais informações sobre a Logosofia e a Fundação Logosófica: www.logosofia.org.br

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Capa do livro evolução consciente

curso de iniciação logosófica estudo e prática dos conhecimentos que o integram Carlos Bernardo González Pecotche RAUMSOL Estamos em condições de assegurar, com a autoridade que nos é conferida pela própria obra que vamos desenvolvendo, bem como pelos testemunhos vivos surgidos de inumeráveis experiências levadas a bom termo, que os gozos estéticos que se experimentam – ao sentir-se cada um dono de recursos internos que superam tudo o que foi imaginado sobre uma vida melhor – são infinitamente mais densos que aqueles que os gozos materiais podem oferecer, inclusive os afagos e satisfações pessoais, que só duram um instante. Subentender-se-á que é à juventude, em primeiro lugar, que estes conhecimentos devem interessar, por achar-se ela em plena etapa de formação mental, psicológica e espiritual. Entretanto, pais, responsáveis e professores deverão contribuir com suas luzes para mostrar-lhe as vantagens desta autêntica investigação interna, destinada a aperfeiçoar o homem e fazer que renasça nele a confiança em si mesmo. A Logosofia é uma ciência criadora e depositária de conhecimentos concretos para a vida, passíveis todos de realização individual, ao serem aplicados conscientemente à própria psicologia. Abrimos, em síntese, as portas de uma nova e fecunda investigação e oferecemos, ao mesmo tempo, os resultados que se obtêm mediante o estudo e prática dos conhecimentos que integram esta nova e muito esperada ciência do aperfeiçoamento imediato, positivo, integral e consciente do homem. Por tudo o que ficou exposto, ver-se-á a importância capital de que se reveste a concepção logosófica no reordenamento das condições humanas e no conhecimento cabal de si mesmo. CURSO DE INICIAÇÃO LOGOSÓF

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Defesas mentais na adolescência e juventude

Defesas mentais na adolescência e juventude Por Carlos Bernardo González Pecotche (Raumsol) Durante a adolescência e a juventude, a vida passa de distração em distração. Não existem nas almas adolescentes preocupações básicas nem ideais definidos, e, se em alguma existirem, é devido mais à transmissão direta do pensamento de seus maiores do que por própria ação. Sendo esta situação comum nas pessoas, será preciso dotar essa juventude de um vigoroso conhecimento de si mesma, fazendo com que a vida seja, desde essa incipiente idade, maciça e sólida nas concepções da inteligência. Assim se evitaria que esses anos de contínuas distrações tornassem a vida vazia, ao levarem a vivê-la nos deleites dessas distrações. Isso porque não se deve esquecer que o nível da espécie à qual pertencemos está condicionado ao caráter consciente de nossa natureza mental, o que implica possuir uma capacidade de inteligência que nos diferencie das demais espécies que povoam a Terra. É preciso dotar a juventude de um vigoroso conhecimento de si mesma Esse vigoroso conhecimento a que nos referimos não pode circunscrever-se a uma mera ilustração posta em fôrmas pedagógicas; deve diferenciar-se daquilo que os programas comuns de estudo abrangem, na forma e na técnica para ministrá-lo, assim como no aspecto prático. Será necessário que a aplicação dos conhecimentos que surgem desse ensinamento se verifique no campo da experiência própria e da observação individual, a fim de que os resultados buscados sejam obtidos pela assimilação consciente de tais conhecimentos e pelo aumento progressivo da capacidade mental e moral de cada um. Enquanto não se tenha uma visão clara de como atuam os pensamentos dentro da mente e, portanto, não se possa efetuar uma rigorosa seleção deles, a pessoa estará sempre à mercê do que eles determinem. Pode-se ver quão grande é a razão que nos assiste ao reclamar esta instrução, não somente para a juventude, mas também para todos os que carecem de tão especial educação mental. A mente humana é suscetível a todo tipo de alterações na ordem de suas ideias, de seus pensamentos e de tudo que seja incumbência de suas funções racionais, psicológicas e morais. É, portanto, vulnerável a qualquer agente estranho que nela se introduza, devendo o homem padecer depois os efeitos perniciosos que lhe ocasionar, por não existir na maioria das pessoas um verdadeiro controle nesse sentido. Que deve fazer quem se encontre nessas condições, para contrapor-se à situação incômoda e perigosa em que se coloca? Começar por considerar a mente como o baluarte mais precioso de sua individualidade, o qual deve converter-se numa fortaleza inexpugnável, para que só tenham acesso a ela os pensamentos que servem à causa da evolução. Para que a mente se converta nessa fortaleza inexpugnável, terão de ser constituídas as devidas defesas mentais, únicas muralhas capazes de rechaçar o pensamento invasor que pretenda introduzir nela os germens de ideias arbitrárias ou estranhas às que cada um tenha sido capaz de impor a si mesmo, com a finalidade de alcançar nobres propósitos. Texto extraído da Coletânea da Revista Logosofia, tomo 3, p. 147 a 149

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

O domínio dos pensamentos e o triunfo na vida

O domínio dos pensamentos e o triunfo na vida Por Carlos Bernardo González Pecotche (Raumsol) A Logosofia afirma, e já demonstrou em múltiplas experiências realizadas, que são os pensamentos os que governam a vida do homem e que, devido à ignorância humana acerca da influência que estes exercem sobre a vontade, o homem se encontra à mercê ou ao capricho de agentes estranhos a sua consciência e, por conseguinte, alheios a seu conhecimento. Por que são poucos os que triunfam e muitos os que fracassam no campo de batalha que o mundo apresenta ao ser, desde que começa a dar seus primeiros passos, valendo-se somente de suas forças e recursos? A resposta não pode ser mais eloquentemente satisfatória, se for levado em conta o que acabo de expressar sobre os pensamentos. Poucos são os que triunfam, porque poucos têm a inteligência suficientemente lúcida para transpor com felicidade os obstáculos que as situações, nem sempre favoráveis, fazem surgir no decorrer da execução dos projetos que o ser se propôs a realizar; obstáculos que existem até para os que vivem folgadamente e que devem ser superados com paciência e, sobretudo, com muito acerto. Pois bem; todos podem triunfar e até contribuir para o êxito dos demais se, com tempo, preparam suas faculdades mentais desenvolvendo-as, a fim de fazer uma reserva prévia de conhecimentos que os habilite a exercer as funções que haverão de desempenhar como parte inevitável de suas atuações futuras. O homem, para chegar a ser verdadeiramente dono de si mesmo, deve ter pleno domínio sobre seus pensamentos A eficácia dos métodos logosóficos, comprovada por muitos dos que os empregaram com total êxito, poupa, àquele que se propõe praticá-los, muitas vicissitudes que se traduzem em dolorosas contrariedades, pois lhe evitam inúmeros tropeços que, sem o auxílio da Logosofia, haveria de dar. Neste caso, o saber supre a experiência e ilumina os passos, indicando o reduto seguro por onde se poderá passar, evitando os transes difíceis que, com tanta frequência, espantam a imaginação dos desprevenidos, os quais, inconscientemente ou temerariamente, confiam transpô-los com seus próprios meios, sempre deficientes, e sem ter a menor ideia das consequências provenientes de tal atitude. O homem, para chegar a ser verdadeiramente dono de si mesmo, deve ter pleno domínio sobre seus pensamentos; então, também o terá sobre sua vontade. Isso explica por que muitos podem perseverar em seus afãs sem violentar a firmeza de suas decisões, o que não acontece nos casos em que pensamentos de tendência apressada frustram os projetos do ser com a impaciência que caracteriza a quem não sabe medir o tempo, nem conhece em que grau ele é indispensável para a realização de cada coisa. Texto extraído do livro Introdução ao Conhecimento Logosófico, pág. 37-39

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

A Logosofia abre novos horizontes para a vida

Cultivando a mente

Cultivando a mente Por Carlos Bernardo González Pecotche (Raumsol) Nas pessoas em geral observa-se, com bastante frequência, que a maioria pretende resolver seus problemas ou encontrar soluções para as situações complicadas que se apresentam no curso da vida, somente nos breves momentos em que ocupa sua mente nisso, quando a ameaça de perigos já pressiona e é necessária, em curto prazo, uma decisão terminante. A Logosofia define esta posição como inconsistente, irracional e ilógica, apresentando, como exemplo, um ser que pretendesse chegar ao destino antes de ter partido. Poderia oferecer também a mesma imagem um homem que forçasse desesperadamente o crescimento de uma árvore, a fim de obter a fruta muito antes do tempo, ou que amaldiçoasse o veículo que o transporta de um lugar a outro, por não acelerar a velocidade em mil por cento, conforme seus desejos e aflição. Quem conhece a atuação dos pensamentos como entidades autônomas não força o livre exercício de suas faculdades mentais Isto acontece porque o que os seres menos recordam é que têm uma mente que, organizada, pode resolver-lhes todas as situações, torná-los felizes e preservá-los dessas alterações desagradáveis que tanto afetam a sensibilidade. O investigador da Logosofia, que já tem certos conhecimentos sobre a atuação dos pensamentos como entidades autônomas, não força – como faria quem pretendesse encontrar brusca e precipitadamente uma fórmula mágica para resolver os problemas que inesperadamente o pressionam – o livre exercício de suas faculdades mentais, senão que as estimula constantemente, proporcionando-lhes todo elemento propício e evitando-lhes, no possível, perturbações externas que dificultem o processo da solução que se elabora na mente. O homem vive geralmente sem rumo fixo, à mercê do destino que o leva de um lado a outro. Isto quer dizer que não pode ter a menor segurança de seu futuro. Não fixou uma rota a seguir nem um objetivo pelo qual deva trabalhar empenhadamente, com decisão indeclinável e firme entusiasmo. Daí, então, que não possa dirigir conscientemente o processo de amadurecimento de nenhuma ideia e, quando esta sobrevém por inesperada inspiração, seja o primeiro a surpreender-se. Não pode fazê-lo por falta do conhecimento técnico e da capacitação adequada para realizar, com êxito, um labor tão próprio da inteligência e de caráter tão eminentemente individual. Ao contrário, quem experimenta os conhecimentos logosóficos prepara seu campo mental adubando científica e convenientemente seus cultivos, a fim de que nesse campo germinem as ideias e floresçam os conhecimentos. Como se faz? Muito simples: determinando com precisão o que se propôs cultivar, seja em ciência, em arte ou em tudo o que pertença à Sabedoria Universal; fixando as normas de conduta que haverá de seguir; definindo depois os exames a que deverá submeter o cultivo do conhecimento escolhido; efetuando ensaios dos primeiros resultados e, finalmente, experimentando a certeza que lhe dará a segurança de sua posse real. Texto extraído do livro Introdução ao Conhecimento Logosófico, pág. 29-33

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

A Logosofia abre novos horizontes para a vida Por Carlos Bernardo González Pecotche (Raumsol) 11 de agosto: Dia Internacional da Logosofia A Logosofia oferece novos e valiosos elementos de primordial importância para o desenvolvimento das faculdades da inteligência e propõe uma das concepções máximas do pensamento, sobre a qual haverá de forjar-se a individualidade do futuro. Apresenta, como fórmula ideal para responder às exigências dos problemas futuros, o princípio de reforma individual sobre a base de uma evolução efetiva do pensamento humano rumo a conceitos mais amplos e fecundos, que orientem o homem, permitindo-lhe uma superação verdadeira em todas as ordens da vida. Entendemos que toda obra fecunda que tenda ao bem comum, que propicie a superação moral e o aperfeiçoamento do indivíduo, deve encontrar o auspício de todos os que nasceram em berços honestos e sintam correr, em suas veias, o sangue abnegado dos que em todas as épocas se preocuparam pelo bem-estar e pelo progresso da humanidade. Nossos propósitos concentram, como já manifestamos em conferências públicas e em inumeráveis publicações, os mais elevados fins de cultura e de superação em todas as ordens do esforço humano. Queremos, para as gerações contemporâneas e futuras, um mundo melhor, baseado em compreensões amplas acerca das altas prerrogativas que se abrem ao porvir dos homens, quando estes procuram merecê-las e torná-las suas, mediante o estudo e o entendimento dos problemas que dizem respeito à inteligência, no harmônico jogo do esforço, da consagração e da consideração geral. Oferecemos, para cumprimento dos deveres que entendemos ineludíveis da consciência, nossos afãs e a produção de nosso espírito, como trabalhadores incansáveis e decididos, para que esta obra, que já se desenvolve em milhares de seres, se difunda e se estenda pelo mundo, levando a palavra de alento, construtiva e fecunda, a fim de comover o coração e a mente de todos e oferecer sua ajuda ali, onde devem ser contempladas as necessidades do futuro, ao se projetarem as novas normas que haverão de imperar no mundo, tal como de uns tempos para cá vem sendo preconizado. E, quando nos é dado ouvir, de uma inumerável quantidade de pessoas, os benefícios obtidos graças à aplicação do ensinamento logosófico, pensamos que não nos equivocamos ao admitir, com tão fundadas razões, que nossa obra haverá de constituir uma das maiores contribuições para o bem da humanidade. Texto extraído da Coletânea da Revista Logosofia, tomo 3, pág. 123-124

terça-feira, 11 de novembro de 2014

A natureza dos pensamentos

Analisando a natureza dos pensamentos com profundidade, verifiquei que os conceitos comuns não definem a realidade da sua essência. Eles são entidades psicológicas criadas pela faculdade de pensar e quando alimentados pelos elementos constitutivos da energia mental, adquirem vida própria na mente do ser. São construtivos quando subordinados às diretrizes da inteligência, caso contrário, induzem o ser humano a cometer faltas apesar do firme propósito de evitá-las. Somente com a ajuda dos elementos logosóficos, estou conseguindo ampliar esse conceito e perceber a sua influência na minha vida. Observando as minhas atuações e atitudes tanto para o bem quanto para o mal, pude verificar que eram consequências de suas interferências. Levavam-me, muitas vezes, a fazer o que não queria e deixava de fazer o que me propunha. Antes de tomar contato com os ensinamentos logosóficos, estava completamente alheio a tudo que existia além dos meus sentidos. Não imaginava que pudesse haver algo superior às "verdades" que acreditava conceber. O fato de estar voltado para fora de mim mesmo, em contato apenas com as coisas corriqueiras da vida comum, impedia-me de vislumbrar a possibilidade de elevar a minha vida para um destino superior e descobrir a minha realidade e os meus valores internos, tais como os meus sistemas mental e sensível, os hereditários e a minha natureza espiritual. Senti, então, a necessidade de inverter a direção que estava seguindo. Em vez de me projetar somente para fora, comecei a voltar-me, também, para dentro de mim. Foi exatamente essa inversão de rota que me possibilitou valorizar os aspectos internos relacionados com as partes moral e espiritual, o que está me permitindo edificar uma nova vida e encaminhá-la para um destino superior. “A disciplina mental assinala tudo quanto se relaciona com as atividades da mente e alcança também os pensamentos”. É fundamental para o melhor aproveitamento no desempenho das diversas ordens da vida. Contribui para a maior capacitação mental e uma economia de energia e de tempo, ao permitir ao ser usar essa disciplina com a participação da consciência e da concentração de energia mental para um determinado sentido previamente determinado. Sinval Lacerda Para mais informações sobre a Logosofia e a Fundação Logosófica: www.logosofia.org

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

A Logosofia ensina o que necessitamos para a evolução consciente

Quando tomei contato com os ensinamentos logosóficos, pude vislumbrar, por meio da sensibilidade, a sua grandeza e profundidade. Entretanto, jamais poderia imaginar a transcendência da Logosofia, a possibilidade de assimilar o conteúdo dos seus ensinamentos e integrá-los na consciência. Pela primeira vez tomo contato com os conhecimentos transcendentes, propostos pela Logosofia, o que me faz sentir estímulos de uma hierarquia bem superior ao que sentia com os conhecimentos comuns. O maior estímulo da vida é o saber, que constitui uma das finalidades essenciais da existência do homem. Para alcançar esse objetivo, devemos reformular os nossos sistemas mental e sensível, selecionar os pensamentos, eliminar os preconceitos, as crenças e o mal existente dentro de nós por meio da própria redenção. A Logosofia não somente faz referência ao verdadeiro caminho que devemos trilhar para a superação, mas nos possibilita percorrê-lo por meio da realização do processo de evolução consciente, o que difere completamente de tudo que já foi tentado nesse sentido. O ser humano somente consegue evoluir com a participação da consciência quando começa a pensar por si mesmo, ao fazer uso da faculdade de pensar, deixando de atuar com as ideias e pensamentos inculcados. Com o estudo e a prática dos ensinamentos logosóficos, sinto que um novo ser começa a surgir no meu interno, apesar da violenta reação do velho ser, representado pelas paixões e pelos preconceitos da velha cultura. Com esses elementos, tenho sentido a necessidade de corresponder a todo bem que recebo. E quanto maior a consciência do bem, maior é o meu anelo de retribuí-lo, porque a verdadeira gratidão surge da consciência que vamos tendo do bem recebido e à medida que o vamos estendendo aos demais. Sinval Lacerda Para mais informações sobre a Logosofia e a Fundação Logosófica: www.logosofia.org.br

terça-feira, 21 de outubro de 2014

A importância da superação com a participação da consciência

Com a orientação dos ensinamentos da ciência logosófica estou conseguindo debilitar e, até mesmo, eliminar alguns aspectos negativos que me foram inculcados pelas crenças dogmáticas. Ao refletir sobre essa parte negativa, pude comprovar o grande mal que esses elementos nocivos à evolução produziram em minha estrutura mental e psicológica, ao travar o funcionamento das minhas faculdades mentais e sensíveis, impedindo-me de pensar por mim mesmo. Antes de tomar contato com a Logosofia, já havia tentado superar-me e evoluir principalmente nos aspectos moral e espiritual, com os elementos proporcionados pelas crenças e pela cultura comum, sem conseguir nenhum resultado positivo. Conforme nos ensina a Logosofia, o ponto de partida para a evolução consciente é o conhecimento de si mesmo. Concluí, então, que deveria conhecer a minha realidade interna que não era a que imaginava. Para sanar essa falha, iniciei os estudos logosóficos dos temas relacionados com o meu interno: sistemas mental e sensível, deficiências psicológicas, pensamentos, Leis Universais, nas quais estão plasmados os desígnios do Criador. A Logosofia é uma ciência eminentemente prática e original. Foi criada pelo pensador e humanista González Pecotche, com a finalidade de proporcionar ao homem, por meio da realização do processo de evolução consciente e de um método próprio, os elementos de uma hierarquia superior, com os quais ele tem condições de encaminhar sua vida de uma forma consciente. Para isto, criou a Fundação Logosófica em Prol da Superação Humana, que propicia ao ser humano o estudo e a prática de seus ensinamentos. Pude perceber que no ambiente da Fundação reina uma grande força denominada afeto e que, entre os estudantes, existe uma ética superior de respeito, de tolerância e de liberdade. Com esses conceitos, proporcionados pela Logosofia, estou edificando uma nova vida bem superior à de antes e conseguindo encaminhá-la no sentido de atender à finalidade primordial para a qual fomos criados. Sinval Lacerda Para mais informações sobre a Logosofia www.logosofia.org.br

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

A gratidão

Tenho comprovado que a verdadeira gratidão surge da consciência que vamos tendo do bem recebido e à medida que o vamos levando aos demais. Tomando por base esse conceito sinto a necessidade de elevar o meu pensamento de gratidão a Deus pela oportunidade de haver-me concedido a vida e ter me proporcionado todas as condições para superar-me e evoluir com a participação da consciência. Ao criador da Logosofia pela contribuição de seus ensinamentos que me têm proporcionado criar uma nova individualidade e o encaminhamento da minha vida para a sua finalidade primordial. Um pensamento que com a ajuda dos elementos logosóficos se hierarquizou na minha mente foi o da realização do processo de evolução consciente instituído pela ciência logosófica, o único meio para alcançar o conhecimento da minha realidade interna, do mundo mental ou metafísico, das Leis Universais nas quais estão plasmados os supremos desígnios do Criador e da aproximação do meu espírito, e de Deus. Com a realização do processo de evolução consciente, segundo a Logosofia, vamos aliviando o peso de nossas culpas, ao fazer o bem com inteligência, primeiro a nós mesmos e transformando esse bem em obras que possam beneficiar aos semelhantes conforme prescreve a Lei Universal de Caridade. Dessa forma podemos comprovar a afirmação logosófica de que o ser humano pode ser o seu próprio redentor, baseado na prerrogativa da Lei de Evolução. Pude comprovar nas minhas experiências e observações com a ajuda dos elementos logosóficos, que o desconhecimento e o desacato das Leis Universais ocasionam ao ser humano uma insatisfação frente à vida e um vazio interno além de uma opressão moral; entretanto, elas amparam o ser que as acata. Sinval Lacerda Para mais informações sobre a Logosofia e a Fundação Logosófica: www.logosofia.org.br

terça-feira, 30 de setembro de 2014

A consciência superior

Analisando a causa do desestímulo em que vivia antes de tomar contato com a Logosofia, pude concluir que se devia pela falta de realizações internas e de uma orientação segura com a qual pudesse dar uma nova direção a minha vida. O meu conceito de vida se limitava ao que os preconceitos e as crenças inculcadas me permitiam conceber e, naturalmente, atuava em conformidade com eles. Após várias pesquisas e estudos dos ensinamentos, pude perceber a grande diferença existente entre os conhecimentos comuns e os superiores. Os primeiros atendem apenas às necessidades comuns da vida, são externos e utilitários; os segundos estão destinados a atender a nossa natureza espiritual e são dirigidos ao interno para a formação da consciência superior que nos possibilitará a realização do processo de evolução consciente que, por sua vez, nos ajudará a alcançar os grandes objetivos da vida. Baseando-me na minha experiência relacionada com a própria superação, tenho verificado que é necessária uma grande consagração, uma luta constante contra a natureza inferior e contra tudo que possa desviar-nos dos objetivos delineados além da eliminação das crenças e dos preconceitos que nos foram inculcados. Com o estudo e a prática dos ensinamentos da ciência logosófica, pude perceber a possibilidade de criar uma nova individualidade e de reformular a minha vida em sua parte mental e psicológica em bases reais em conformidade com os desígnios de Deus plasmados nas Leis Universais. Com a orientação logosófica pude perceber que todas as minhas atuações e a minha própria vida eram manobradas pelos pensamentos próprios ou alheios, sendo a maioria de índole inferior, o que produzia em meu interno uma insegurança e uma falta de estímulos. Sinval Lacerda Para mais informações sobre a Logosofia e a Fundação Logosófica: www.logosofia.org.br

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Evolução com a ajuda dos ensinamentos logosóficos

Com a orientação dos ensinamentos da ciência logosófica, estou conseguindo debilitar e, até mesmo, eliminar alguns aspectos negativos que me foram inculcados pelas crenças dogmáticas. Ao refletir sobre essa parte negativa, pude comprovar o grande mal que esses elementos nocivos à evolução produziram em minha estrutura mental e psicológica, ao travar o funcionamento das minhas faculdades mentais e sensíveis, impedindo-me de pensar por mim mesmo. Antes de tomar contato com a Logosofia, já havia tentado superar-me e evoluir principalmente nos aspectos moral e espiritual, com os elementos proporcionados pelas crenças e pela cultura comum, sem conseguir nenhum resultado positivo. Conforme nos ensina a Logosofia, o ponto de partida para a evolução consciente é o conhecimento de si mesmo. Concluí, então, que deveria conhecer a minha realidade interna que não era a que imaginava. Para sanar essa falha, iniciei os estudos logosóficos dos temas relacionados com o meu interno: sistemas mental e sensível, deficiências psicológicas, pensamentos, Leis Universais, nas quais estão plasmados os desígnios do Criador. A Logosofia é uma ciência eminentemente prática e original. Foi criada pelo pensador e humanista González Pecotche, com a finalidade de proporcionar ao homem, por meio da realização do processo de evolução consciente e de um método próprio, os elementos de uma hierarquia superior, com os quais ele tem condições de encaminhar sua vida de uma forma consciente. Para isto, criou a Fundação Logosófica em Prol da Superação Humana, que propicia ao ser humano o estudo e a prática de seus ensinamentos. Pude perceber que no ambiente da Fundação reina uma grande força denominada afeto e que, entre os estudantes, existe uma ética superior de respeito, de tolerância e de liberdade. Com esses conceitos, proporcionados pela Logosofia, estou edificando uma nova vida bem superior à de antes e conseguindo encaminhá-la no sentido de atender à finalidade primordial para a qual fomos criados. Sinval Lacerda Para mais informações sobre a Logosofia

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Condução da minha vida com a participação da consciência

Com os conhecimentos que estou adquirindo por meio do estudo e prática dos ensinamentos logosóficos, da análise das minhas vivências e experiências e da renovação de conceitos, vou gradativamente obtendo consciência da minha vida e aprendendo a conduzi-la cada vez melhor. Antes, vivia ao acaso, sem ter nenhuma noção de onde vinha, onde estava e para onde ia, o que me dava a sensação de estar completamente perdido no mundo, sem contar com nada que pudesse orientar-me. E teria continuado nessa mesma situação se não tivesse encontrado a Logosofia para orientar-me de uma forma segura por meio de seus conhecimentos transcendentes muito superiores aos comuns e de seu método único em seu gênero. As inquietudes espirituais me levaram a buscar algo além do conhecido. Entretanto, na religião que pratiquei, sempre que buscava respostas para satisfazê-las deparava com uma barreira intransponível, denominada mistério. Devo esclarecer, por outro lado, que não consegui satisfazê-las em nenhuma outra parte, nem por outros meios. Pude comprovar com a ajuda dos ensinamentos logosóficos, que as inquietudes espirituais não se acalmam com as respostas externas e que somente vamos encontrando as verdadeiras respostas, dentro de nós mesmos, à medida que vamos realizando o processo de evolução consciente, preconizado pela Logosofia. Dessa forma, minhas antigas inquietudes têm sido satisfeitas, enquanto que outras superiores, que se encontram estáticas dento de mim, têm sido despertadas pelos elementos logosóficos e, na medida da minha capacidade de realização, vou esclarecendo-as o que me tem proporcionado uma tranquilidade muito grande jamais sentida anteriormente. Aos poucos, vou enriquecendo a minha consciência com a aplicação dos elementos superiores proporcionados pela Ciência Logosófica, o que tem contribuído para uma orientação melhor da minha vida e para encaminhá-la em conformidade com os seus grandes objetivos. Sinval Lacerda Para mais informações sobre a Logosofia e a Fundação Logosófica: www.logosofia.org.br

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Inquietudes

Inquietudes Com o estudo da ciência logosófica, comecei a sentir o despertar das inquietudes internas e um interesse maior pelas coisas que estão além da vida corrente, principalmente com relação a Deus, à vida, à Criação, ao mundo metafísico, ao espírito, o que tem promovido no meu interno uma necessidade de conhecer cada vez mais os pensamentos do Criador plasmados na Criação. Refletindo sobre a importância dessas inquietudes para a ampliação da minha vida e como satisfazê-las, apesar das várias tentativas com o objetivo de conseguir as respostas que preenchessem o vazio deixado por elas, não obtive nenhum resultado. Somente com a ajuda dos ensinamentos proporcionados pela Logosofia estou conseguindo esses elementos que estão me possibilitando resolvê-las. As inquietudes são promovidas pelo próprio espírito que induz o ser humano a buscar elementos além do conhecido, o que não ocorre com os conhecimentos comuns ou teóricos que são limitados e atendem apenas às necessidades da vida física sem condições de preencher os vazios internos que estão destinados aos conhecimentos superiores ou transcendentes. Há uma grande diferença entre a argumentação fundamentada em suposições ou hipóteses com relação aos conhecimentos apresentados pelas ciências comuns e as afirmações apresentadas pela Sabedoria Logosófica, baseadas nos princípio eternos das Leis Universais nas quis está plasmada a sabedoria infinita do Criador. A Logosofia é uma ciência eminentemente prática e comprovável, que através de um método próprio, Proporciona ao ser humano a realização de um processo de evolução consciente que lhe permite o conhecimento de si mesmo e de tudo que se refere ao plano transcendental de sua vida. Ao comprovar as verdades contidas nos ensinamentos logosóficos e integrá-las na própria vida, sentimos uma convicção de estar trilhando o caminho certo, o que não ocorre com os elementos proporcionados pela crença baseados em lendas, mistificação e mistérios insondáveis. Sinval Lacerda Para mais informações sobre a Logosofia ou a Fundação Logosófica: www.logosofia.org.br  

domingo, 27 de julho de 2014

A Logosofia ensina o que necessitamos para a evolução consciente Quando tomei contato com os ensinamentos logosóficos, pude vislumbrar, por meio da sensibilidade, a sua grandeza e profundidade. Entretanto, jamais poderia imaginar a transcendência da Logosofia, a possibilidade de assimilar o conteúdo dos seus ensinamentos e integrá-los na consciência. Pela primeira vez tomo contato com os conhecimentos transcendentes, propostos pela Logosofia, o que me faz sentir estímulos de uma hierarquia bem superior ao que sentia com os conhecimentos comuns. O maior estímulo da vida é o saber, que constitui uma das finalidades essenciais da existência do homem. Para alcançar esse objetivo, devemos reformular os nossos sistemas mental e sensível, selecionar os pensamentos, eliminar os preconceitos, as crenças e o mal existente dentro de nós por meio da própria redenção. A Logosofia não somente faz referência ao verdadeiro caminho que devemos trilhar para a superação, mas nos possibilita percorrê-lo por meio da realização do processo de evolução consciente, o que difere completamente de tudo que já foi tentado nesse sentido. O ser humano somente consegue evoluir com a participação da consciência quando começa a pensar por si mesmo, ao fazer uso da faculdade de pensar, deixando de atuar com as ideias e pensamentos inculcados. Com o estudo e a prática dos ensinamentos logosóficos, sinto que um novo ser começa a surgir no meu interno, apesar da violenta reação do velho ser, representado pelas paixões e pelos preconceitos da velha cultura. Com esses elementos, tenho sentido a necessidade de corresponder a todo bem que recebo. E quanto maior a consciência do bem, maior é o meu anelo de retribuí-lo, porque a verdadeira gratidão surge da consciência que vamos tendo do bem recebido e à medida que o vamos estendendo aos demais. Sinval Lacerda Para mais informações sobre a Logosofia e a Fundação Logosófica: www.logosofia.org.br

quarta-feira, 23 de julho de 2014

A vida é um vasto campo experimental

A vida é um vasto campo experimental Com relação às minhas atividades percebo que quando as desempenho com gosto elas se tornam mais leves e agradáveis e me permitem usufruir da vida, o que não acontece quando as realizo de forma inconsciente ou de má vontade. A recordação constante dos momentos felizes da minha vida e das conquistas relacionadas ao plano transcendente tem sido para mim uma fonte perene de estímulos, o que tem contribuído para um maior entusiasmo frente à vida e para uma dedicação mais intensa ao processo de superação integral que é uma das finalidades da vida. Uma atividade que me proporcionou uma grande satisfação interna foi quando consegui cadastrar-me num Site da Internet e publicar o meu primeiro artigo sobre a Logosofia. A importância desse fato para mim se deve pela gratidão aos benefícios alcançados com a ajuda dos elementos dessa ciência e pela oportunidade de proporcionar a outros a mesma oportunidade que tive quando tomei contato com a Logosofia. Ao tomar consciência do que o Criador já me proporcionou para que pudesse reger a minha vida como ser físico e encaminhá-la como ser espiriual para a finalidade máxima da existência, elevo sempre o meu pensamento de gratidão a Ele e como tributo a esses bens ofereço meu esforço e a minha dedicação, visando alcançar uma superação integral em conformidade com os desígnios de Deus, plasmados nas suas supremas Leis. Observando a vida de um modo geral percebemos que ela é um vastíssimo campo experimental, e nos apresenta uma infinidade de motivos, dos quais, por meio da observação podemos extrair muitos elementos úteis para as nossas atividades e superação. Por exemplo, ao observarmos as qualidades e virtudes dos nossos semelhantes, podemos por meio de uma dedicação inteligente integrá-las à nossa vida, visando nossa superação e, ao contrário, se observarmos um defeito ou uma deficiência psicológica, devemos relacioná-los com as nossas próprias falhas e trabalhar para eliminá-las. Sinval Lacerda Para mais informações sobre a Logosofia e a Fundação Logosófica: www.logosofia.org.br

domingo, 29 de junho de 2014

Os conceitos são susceptíveis de evolução

O meu conceito de vida, de espírito, de consciência e de muitos outros antes de iniciar os estudos de Logosofia era estático e a minha concepção de Deus era a mesma que me havia sido inculcada na infância, numa idade em que nem sequer fazia uso da razão, de um deus limitado, infinitamente inferior ao Deus verdadeiro, Criador da Ciência Universal e de tudo que existe no Universo. Com os elementos proporcionados pela Ciência Logosófica pude concluir que os conceitos devem ser dinâmicos, susceptíveis de evolução, como ocorre com tudo que existe na Criação, inclusive com o gênero humano que deve realizar o processo de evolução consciente, que lhe permite encaminhar a sua vida em conformidade com a sua finalidade máxima. À medida que vou conhecendo os pensamentos do Criador plasmados na criação, vou sentindo a necessidade de acatar a sua vontade plasmada nas suas supremas leis que estabelecem para o ser humano a aquisição do saber superior e o aperfeiçoamento integral. Ao tomar consciência de todos os bens que me foram concedidos pelo Criador, principalmente o da minha própria vida, sinto internamente uma grande gratidão a Deus, e como tributo a esses bens dedico o meu esforço, visando ampliar as faculdades da minha inteligência e as do sistema sensível além da realização de um processo de superação em todas as ordens da minha vida. A Logosofia faz uma ampla referência às Leis Universais e ensina a atuar em conformidade com os preceitos dessas leis, o que nos dá a segurança de seu amparo. Ao fazermos o bem com inteligência, conforme prescreve a Lei Universal de Caridade, além de sentirmos uma grande satisfação interna, aliviamos a carga negativa acumulada ao longo da nossa existência. Sinval Lacerda Para mais informações dobre a Logosofia e a Fundação Logosófica: www.logosofia.org.br

domingo, 22 de junho de 2014

A importância da liberdade de pensar

A importância da liberdade de pensar Para que eu possa atuar com a liberdade de pensar é imprescindível conhecer o funcionamento do meu mecanismo mental, os pensamentos, distingui-los da função de pensar que é o princípio consciente. Para o melhor funcionamento da função de pensar tenho procurado eliminar os preconceitos, as crenças, destruir a mistificação, procurando, ao mesmo tempo, reparar a minha estrutura interna das inúmeras avarias produzidas pelo falso e pela mistificação. Tenho comprovado também que as deficiências psicológicas se constituem em travas mentais e afetam a vida psíquica, moral e espiritual do ser humano. À medida que me vou libertando desses prejuízos, percebo a possibilidade de ir transpondo o cerco que reduz os horizontes da minha vida e de encaminhá-la para o cumprimento dos seus grandes objetivos. Baseando-me na minha própria experiência e na observação dos demais comprovo que o ser humano somente evolui conscientemente, quando começa a pensar por si mesmo, deixando de aceitar passivamente o que os demais lhe inculcam como fazem as crenças, as correntes espirituais, ideológicas, políticas etc. Hoje posso avaliar e sentir o enorme prejuízo ocasionado na minha vida em consequência dos interesses mesquinhos e infamantes daqueles que tiraram partido da minha ingenuidade para atender aos seus interesses de ganância e avareza. Sinval Lacerda Para mais informações sobre a Logosofia e a Fundação Logosófica: www.logosofia.org.br

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Os pensamentos como agentes causais do nosso comportamento

Os pensamentos como agentes causais do nosso comportamento Geralmente atuamos com os pensamentos que se encontram na nossa mente e para que possamos melhorar as nossas atuações, devemos realizar a seleção desses pensamentos, procurando substituir os de qualidade inferior por outros de maior hierarquia. Com a ajuda dos elementos logosóficos, tenho conseguido criar condições para aproveitar melhor a minha vida e algo que me inspire com relação ao que devo fazer para que os dias vindouros superem os atuais e contribuam para a minha superação em todos os sentidos. Segundo a Logosofia, os pensamentos são os agentes causais do nosso comportamento e para evitar que nos levem a fazer o que não queremos e nos impeçam de fazer o que nos propomos, devemos discipliná-los para ficar subordinados a nossa razão e possam atender ao que lhes determinamos. Os pensamentos negativos nos desviam do verdadeiro objetivo da vida e, juntamente com os preconceitos e as crenças travam o nosso mecanismo mental, impedindo-nos de pensar por própria conta e de observar o que ocorre no nosso mundo interno. Em consequência disso, levam-nos a projetar para fora de nós mesmos, em detrimento do cultivo principal relacionado com o nosso interno e com a parte espiriual. Analisando os resultados da aplicação da disciplina mental, nas diversas atividades que desempenho, tenho comprovado que ela proporciona um melhor aproveitamento do tempo e de economia das energias internas, o que tem contribuído para um maior rendimento das minhas tarefas. Sinval Lacerda – www.logosofia.org.br

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Há anos iniciei o estudo da ciência logosófica e desde o início comecei a beneficiar-me dos seus ensinamentos, principalmente com relação ao debilitamento e até mesmo a eliminação de algumas deficiências psicológicas, que juntamente com os preconceitos e as crenças que me foram inculcadas, pela religião que pratiquei, prejudicaram o desenvolvimento das faculdades da minha inteligência e afetaram intensamente o meu sistema sensível. Quando tive a oportunidade de conhecer o ambiente da Fundação Logosófica em Prol da Superação Humana fiquei deslumbrado, porque não havia encontrado nenhum similar a esse, onde reina uma grande força denominada afeto e entre os estudantes existe uma ética superior de respeito, de tolerância e de liberdade. Das diversas colaborações que tenho tido a oportunidade de prestar à Obra Logosófica, tenho comprovado que sempre sou o primeiro a ser beneficiado. Pude comprovar também que o tempo dedicado ao estudo e prática dos ensinamentos da Logosofia é um tempo dedicado a nossa própria vida, porque os seus ensinamentos são dirigidos ao nosso interno, e com a realização do processo de evolução consciente, aprendemos administrar o tempo, conhecer as Leis Universais, o nosso mundo interno, os pensamentos, criar uma nova individualidade e encaminhá-la para a sua finalidade primordial. Com os elementos logosóficos estou conseguindo conhecer os pensamentos que se encontram na minha mente, selecioná-los e ampliar os conceitos, o que me tem possibilitado reconstruir a minha vida em sua fase psicológica, mental e espiritual e encaminhá-la para um destino superior. Um aspecto muito importante da Logosofia é que não há necessidade de acreditarmos no que ela ensina, uma vez que podemos comprovar por nós mesmos a verdade contida em cada ensinamento ao aplica-lo em nossa própria vida, o que nos permite colher excelentes resultados para a nossa superação e evolução consciente. Sinval Lacerda Para mais informações sobre a Logosofia e a Fundação Logosófica: www.logosofia.org.br

terça-feira, 27 de maio de 2014

As duas etapas da minha vida

As duas etapas da minha vida Analisando os efeitos negativos dos elementos das crenças produzidos na minha mente percebi que eles me desviaram do verdadeiro objetivo da vida e juntamente com os preconceitos travaram o desenvolvimento do meu sistema mental, principalmente das principais faculdades da inteligência, tais como a de pensar, de racionar e de observar. Sempre senti a necessidade de vincular-me metafisicamente com o Criador. Entretanto, pela falta de conhecimentos que me possibilitassem atender a esse anelo, embrenhei-me nas promessas absurdas dos inculcadores de crenças, que em vez de contribuírem para a minha superação me prejudicaram em todos os sentidos. Apesar das várias tentativas de superação nos aspectos moral e espiritual com a ajuda dos conhecimentos comuns e dos elementos da religião que pratiquei não consegui absolutamente nada com relação a esses aspectos. Somente com a ajuda dos ensinamentos logosóficos estou conseguindo a superação desses anelos e encaminhar a minha vida em conformidade com os princípios estabelecidos pelas supremas Leis Universais. Procurando elementos que me permitissem esclarecer o principal objetivo da vida encontrei nas pesquisas que realizai dos ensinamentos logosóficos a resposta baseada nos princípios dos supremos desígnios de Deus plasmados nas suas Leis: a superação e o aperfeiçoamento, para os quais o Criador, quando concebeu a criação do ser humano, já lhe proporcionou tudo de que necessitasse para evoluir no plano físico e espiritual. Confrontando as duas etapas da minha vida, isto é, antes e depois do estudo e prática dos ensinamentos logosóficos, pude perceber como a crença dogmática prejudicou a minha superação em todas as ordens da minha vida, e como os conhecimentos logosóficos contribuíram para a edificação de uma nova vida bem superior à de antes. Sinval Lacerda Para mais informações sobre a Logosofia e a Fundação Logosófica: www.logosofia.org.br

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Em busca da superação interna

Em busca da superação interna A recordação constante de todos os momentos felizes da minha vida tem contribuído para ampliá-la e torná-la mais amena, principalmente quando procuro viver de uma forma altruísta, procurando partilhar com os demais as parcelas de bem que consigo extrair da vida, o que me tem proporcionado uma grande satisfação interna pelo fato de estar atuando em conformidade com a lei suprema de caridade. Apesar das várias tentativas visando alcançar a superação nos aspectos transcendentes da vida com os conhecimentos comuns e os elementos proporcionados pela crença não consegui resolver os problemas da minha inteligência nem acalmar as inquietudes espirituais. Somente com o auxílio dos conhecimentos superiores da Logosofia estou conseguindo uma superação em todas as ordens da minha vida e encaminhá-la para um destino superior. O estudo e a prática dos ensinamentos da ciência logosófica despertaram dentro de mim muitos anelos de superação que se encontravam adormecidos. Com o objetivo de transformá-los em realidade, estou eliminando tudo que possa impedir a realização desse anelo, tais como os preconceitos, as crenças e as deficiências psicológicas além do mal existente dentro de mim por meio da própria redenção. Ao refletir a respeito das dificuldades encontradas para a superação nos aspectos moral e espiritual percebi que a causa principal era ocasionada pelos elementos da crença dogmática que me foram inculcados na infância e que me prejudicaram em todos os sentidos. A sua influência negativa me levou a atuar sempre dentro de um círculo vicioso dos eternos propósitos sem conseguir transformá-los em realidade. Ao analisar as dificuldades encontradas com relação a minha superação interna pude perceber que pela falta de elementos que pudessem contribuir para uma verdadeira orientação no sentido da condução da minha vida, me levou a projetar para fora de mim mesmo, o que impossibilitou a vinculação com o meu interno e o desenvolvimento do meu sistema mental para que pudessem desenvolver as minhas faculdades intelectuais, mediante a sua capacitação progressiva. Sinval Lacerda Para mais informações sobre a Logosofia e a Fundação Logosófica: www.logosofia.org.br

domingo, 11 de maio de 2014

Conquistas obtidas com a aplicação dos ensinamentos logosóficos

Conquistas obtidas com a aplicação dos ensinamentos logosóficos Observando as minhas atitudes e atuações pude perceber que geralmente atuo com os pensamentos próprios ou alheios que se encontram na minha mente. Sentindo a necessidade de melhorar a qualidade da minha vida, concluí que para alcançar esse objetivo devo realizar uma constante seleção dos pensamentos e uma superação dos conceitos, procurando eliminar os pensamentos de qualidade inferior e criando em seu lutar outros de uma hierarquia maior. Tenho observado e comprovado que o ser humano para evoluir com a participação da consciência deve desenvolver a função de pensar para que possa pensar por si mesmo em vez de “pensar” com os elementos que lhe são inculcados. O desconhecimento da finalidade primordial da vida nos projeta para o externo e para o apego às coisas materiais em detrimento da parte interna e espiritual. O conhecimento logosófico nos leva a comprovar que os preconceitos, as crenças dogmáticas e as deficiências psicológicas limitam a nossa vida, enquanto que os conhecimentos transcendentes a ampliam. Isso ocorre por causa da natureza desses conhecimentos que nos propiciam o cumprimento dos grandes objetivos da vida para os quais fomos criados: conhecer a própria realidade, o mundo mental que nos rodeia, amar e respeitar o Criador e nos aproximarmos Dele por meio dos conhecimentos transcendentes. Com o despertar da consciência superior e dos anelos de superação que se encontram adormecidos dentro de nós, as inquietudes espirituais se afloram, conduzindo-nos a pesquisar os principais objetivos da vida. Analisando os meus conceitos de vida, homem, destino, consciência, espírito, Deus e muitos outros, verifiquei que antes de iniciar os estudos logosóficos eles eram estáticos e principalmente o conceito de Deus era o mesmo que me haviam inculcado na infância. Pude, então, comprovar que “todo conceito que não evolui se reverte num preconceito” e que a natureza nos dá o exemplo de sua perpetuação mediante uma renovação constante de suas partes. Sinval Lacerda Para mais informações sobre a Logosofia e a Fundação Logosófica: www.logosofia.org.br

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Vaidade

Vaidade: surge da inadvertência dos responsáveis pela educação da criança Por Carlos Bernardo González Pecotche (Raumsol) A vaidade se insinua quase sempre na infância, vigorizando-se por inadvertência dos pais, propensos com frequência a fomentá-la ou a fechar os olhos a suas manifestações. O certo é que os consentimentos e elogios, quando prodigalizados sem medida pelos adultos, influem desfavoravelmente na formação caracterológica da criança, sendo es­sa conduta duplamente nociva quando se trata de crianças inclinadas por natureza a contrair a deficiência. A valorização que em sua presença se costuma fazer de suas aptidões, tanto físicas como de talento, assim como o fato de elas se sentirem donas de roupas, brinquedos e objetos que as destacam entre as demais crianças, contribuem para fomentar nelas o desejo de serem admiradas e o prazer pela lisonja, o que vai definindo rapidamente as características do vaidoso. Uma vez acentuada a deficiência, vai-se criando no ser, já adulto, um complexo de superioridade, tão pernicioso como o seu oposto, o de inferioridade. Nem sempre, entretanto, a vaidade tem essa origem. É frequente ver como seres que nunca tiveram de que se envaidecer, de repente revelam essa particularidade negativa em consequência de um êxito, de uma mudança favorável de fortuna, etc., o que nos mostra quão suscetível é a criatura humana à vaidade, e quão necessário é que ela cimente em si mesma a qualidade moral que lhe sirva de resguardo contra tais ciladas. Esta deficiência reveste de ouropel a figura da pessoa, que, comprometida por essa circunstância, se vê obrigada a exaltar ante parentes e amigos suas próprias luzes, méritos ou qualidades. É fácil comprovar que a vaidade não pode manifestar-se sem menoscabo dos méritos alheios, e ela poderia muito bem ser definida como uma sutil ofensa que se faz ao semelhante, colocado sempre em inferioridade de condições pelo vaidoso. Esta falha psicológica fecha o entendimento, prostra a faculdade de raciocinar e entorpece o livre jogo das faculdades da inteligência. Se as faculdades de pensar, de observar ou de raciocinar operassem no vaidoso com inteira liberdade, não se poderia admitir que tivessem deixado de adverti-lo dos prejuízos que suas deficiências lhe ocasionam, sobretudo o desconceito. www.logosofia.org.br http://www.logosofia.or/

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Reconstrução da minha vida

Reconstrução da minha vida A recordação constante de muitas conquistas proporcionadas pela Logosofia, nas diversas ordens da minha vida, tem contribuído para a criação de uma fonte perene de estímulos que tem contribuído para a realização dos grandes objetivos da vida. Com a realização do processo de evolução consciente, instituído pela ciência logosófica, vou me conscientizando das minhas deficiências e da conquista dos conhecimentos superiores indispensáveis para a criação de uma nova individualidade e de um destino superior. Para o conhecimento da minha realidade interna, dos semelhantes, do mundo metafísico, das Leis Universais, dos mistérios da Criação é imprescindível voltar-me para dentro de mim mesmo, organizar os meus sistemas mental e sensível, selecionar os pensamentos e eliminar as deficiências psicológicas. As inquietudes, segundo a Logosofia, são produzidas pelo próprio espírito e é um chamado à razão e à sensibilidade para despertar no nosso interno a necessidade de realizar a própria superação. Fazendo uma avaliação a respeito do aproveitamento do tempo, com a orientação dos elementos logosóficos, sinto necessidade de administrá-lo melhor, ao organizar as atividades da minha vida, e encaminhá-la em conformidade com a suprema vontade do Criador plasmada nas Leis Universais. Ao recordar-me das minhas vivências e experiências do passado, tenho procurado extrair delas os elementos positivos com o objetivo de aplica-los nas minhas atuações do presente e do futuro. Antes de tomar contato com a Logosofia, pelo fato de estar voltado para as coisas comuns e materiais da vida, em detrimento das realizações internas e espirituais não consegui conquistar elementos de uma hierarquia superior com os quais pudesse encaminhar a minha vida para os seus elevados fins. Para o funcionamento da função de pensar, tenho procurado conhecer melhor os pensamentos que atuam na minha mente, selecioná-los, procurando ao mesmo tempo reparar a minha estrutura psicológica e mental dos inúmeros elementos nocivos inculcados pela crença dogmática na minha mente principalmente na infância. Sinval Lacerda Para mais informações sobre a Logosofia e a Fundação Logosófica: www.logosofia.org.br

quarta-feira, 23 de abril de 2014

O despertar de uma nova vida

O despertar de uma nova vida Analisando os meus empenhos no sentido de alcançar uma superação interna, percebi a falha que estava cometendo ao dedicar os meus esforços apenas para o externo, para a parte material em detrimento da parte espiritual. Em consequência dessa atuação, não consegui direcionar a minha vida para a sua finalidade primordial nem preencher os vazios internos, os únicos capazes de proporcionar-me a paz interior, a alegria frente à vida e a própria felicidade. Ao comprovar a afirmação logosófica de que tudo que existe na Criação está sujeito a um processo evolutivo, em conformidade com a Lei Universal de Evolução, pude concluir que no caso do ser humano há uma possibilidade de realizar um processo de evolução consciente, considerando que o Criador ao plasmar a imagem do homem já lhe concedeu todos os meios necessários para a realização desse processo. Fazendo uma retrospectiva da minha vida pude verificar que os elementos constitutivos das crenças inculcados na minha mente não contribuíram para aminha superação interna; pelo contrário, travaram as faculdades da minha inteligência e afetaram as faculdades da minha sensibilidade. Segundo a Logosofia as Leis Universais regem a evolução do ser humano e concedem-lhe a prerrogativa de absorver-se de suas faltas à medida que experimenta o bem dentro de si mesmo e o vai traduzindo em obras que possam beneficiar aos demais. Sinval Lacerda Para mais informações sobre a Logosofia e a Fundação Logosófica: www.logosofia.org.br

domingo, 13 de abril de 2014

Benefícios conquistados com os ensinamentos logosóficos Analisando a causa do desestímulo em que vivia antes de tomar contato com a Logosofia, posso concluir que se devia pela falta de realizações internas e de uma orientação segura com a qual pudesse dar uma nova direção a minha vida. O meu conceito de vida se limitava ao que os preconceitos e as crenças inculcadas me permitiam conceber e, naturalmente, atuava em conformidade com eles. Após várias pesquisas e estudos dos ensinamentos, pude perceber a grande diferença existente entre os conhecimentos comuns e os superiores. Os primeiros atendem apenas às necessidades comuns da vida, são externos e utilitários; os segundos estão destinados a atender a nossa natureza espiritual e são dirigidos ao interno para a formação da consciência superior que nos possibilitará a realização do processo de evolução consciente que, por sua vez, nos ajudará a alcançar os grandes objetivos da vida. Baseando-me na minha experiência relacionada com a própria superação, tenho verificado que é necessária uma grande consagração, uma luta constante contra a natureza inferior e contra tudo que possa desviar-nos dos objetivos delineados além da eliminação das crenças e dos preconceitos que nos foram inculcados. Com o estudo e a prática dos ensinamentos da ciência logosófica, pude perceber a possibilidade de criar uma nova individualidade e de reformular a minha vida em sua parte mental e psicológica em bases reais em conformidade com os desígnios de Deus plasmados nas Leis Universais. Com a orientação logosófica percebi que todas as minhas atuações e a minha própria vida eram manobradas pelos pensamentos próprios ou alheios, sendo a maioria de índole inferior, o que produzia em meu interno uma insegurança e uma falta de estímulos. Sinval Lacerda Para mais informações sobre a Logosófica e a Fundação Logosófica: www.logosofia.org.br

quarta-feira, 2 de abril de 2014

A verdadeira gratidão

A verdadeira gratidão Tenho comprovado que a verdadeira gratidão surge da consciência que vamos tendo do bem recebido e à medida que o vamos levando aos demais. Tomando por base esse conceito sinto a necessidade de elevar o meu pensamento de gratidão a Deus pela oportunidade de haver-me concedido a vida e ter me proporcionado todas as condições para superar-me e evoluir com a participação da consciência. Ao criador da Logosofia pela contribuição de seus ensinamentos que me têm proporcionado criar uma nova individualidade e o encaminhamento da minha vida para a sua finalidade primordial. Um pensamento que com a ajuda dos elementos logosóficos se hierarquizou na minha mente foi o da realização do processo de evolução consciente instituído pela ciência logosófica, o único meio para alcançar o conhecimento da minha realidade interna, do mundo mental ou metafísico, das Leis Universais nas quais estão plasmados os supremos desígnios do Criador, da aproximação do meu espírito, e de Deus. Com a realização do processo de evolução consciente, segundo a Logosofia, vamos aliviando o peso de nossas culpas, ao fazer o bem com inteligência, primeiro a nós mesmos e transformando esse bem em obras que possam beneficiar aos semelhantes conforme prescreve a Lei Universal de Caridade. Dessa forma podemos comprovar a afirmação logosófica de que o ser humano pode ser o seu próprio redentor, baseado na prerrogativa da Lei de Evolução. Pude comprovar nas minhas experiências e observações com a ajuda dos elementos logosóficos, que o desconhecimento e o desacato das Leis Universais ocasionam ao ser humano uma insatisfação frente à vida e um vazio além de uma opressão moral; entretanto, elas amparam o ser que as acata. Sinval Lacerda Para mais informações sobre a Logosofia e a Fundação Logosófica: www.logosofia.org.br

quarta-feira, 26 de março de 2014

O poder dos estímulos

O poder de adaptaçãoPor Carlos Bernardo González Pecotche (Raumsol) Uma das causas que mais contribuem para a infelicidade humana e criam as maiores dificuldades é, sem dúvida alguma, a incapacidade para o uso inteligente dos próprios recursos internos em cada circunstância adversa ou situação difícil que o ser deve enfrentar no curso de seus dias. Entre esses recursos, talvez o de maior potência seja o da adaptabilidade. É frequente constatar uma tenaz resistência à aceitação das mudanças inesperadas que costumam produzir-se nas situações tidas como permanentes na vida corrente; tanto assim que a primeira reação psicológica ou do sentimento é o desespero e o desconsolo, acompanhados de um profundo pesar, muitas vezes inibidor da reflexão. É claro que o tempo atua como sedativo e, em definitivo, é ele que traz a adaptação. Essa mesma prova de indulgência das forças que sustentam o espírito revela a existência de um poder, o de adaptação, que, sem anular temporariamente nem diminuir em nada as prerrogativas humanas, evita os transtornos da alma e facilita em alto grau o desenvolvimento progressivo rumo à normalidade alterada. Mas esse poder vai mais além. Usado com o devido conhecimento, o ser pode adaptar-se a todos os ambientes e situações sem sofrer o mais leve incômodo; e mais: essa mesma força assimilativa que dilui o elemento discordante no próprio recipiente do critério, onde se combinam e se conciliam as distâncias psicológicas e temperamentais, assim como as de berço e outras causas, produz um prazer inexprimível. A própria vida ensina ser ela, em essência, a expressão mais acabada da adaptação A série de mudanças que se experimentam, as transformações, as experiências que corrigem até costumes, propiciam constantemente a necessidade da adaptação. Quem estuda deve se adaptar às exigências do estudo, como deve quem trabalha fazê-lo em relação às desse gênero de atividade, e assim sucessivamente em todos os casos. O essencial é não prejudicar as energias internas afetando-as com depressões e sofrimentos que diminuem o vigor do espírito e restringem as possibilidades humanas. Quando se projeta fazer tal ou qual coisa, deve-se conservar, e até aumentar, o entusiasmo que animou o projeto. Geralmente se fracassa por não se haver adaptado a própria disposição às exigências da atividade que sua realização costuma demandar. Adaptar-se é, portanto, preparar dentro de si as condições adequadas para que o equilíbrio normal da vida perdure sem modificações, ainda que a vida se modifique tantas vezes quantas sejam necessárias ou o reclamem as circunstâncias. O contrário seria nos entregarmos como prisioneiros de um inimigo invisível, porém real, que estaria continuamente abatendo nosso ânimo. Texto extraído da Coletânea da Revista Logosofia, tomo II, pág. 169-170

quarta-feira, 19 de março de 2014

Particularidade da Logosofia

Por Carlos Bernardo González Pecotche (Raumsol) Geralmente, os que tomam contato com a Logosofia observam algo nela que não podem definir; é sua força, que atrai, que entusiasma e promove no ser interno uma série de movimentos que lhes fazem experimentar a necessidade de superar a si mesmo. Todavia, à medida que se conectam com um ou outro ensinamento, advertem que não os podem abarcar; e, não obstante compreender que eles devem acondicionar-se à própria vida, a inércia mental faz com que, mais de uma vez, se esfume o efeito produzido ao escutá-los ou lê-los. Apesar disso, fica a recordação deles, sentindo como se esvoaçassem na mente, a modo de brisa matinal, que convida a despertar. Tudo isso não é suficiente ainda para definir essa particularidade da Logosofia. E tal fato não acontecerá enquanto não se dominar a fundo o conhecimento que permita colocar dentro do ser um crescente número de ensinamentos, aos quais possa prodigar toda a atenção e o calor do afeto que merecem. Sem dúvida, essa particularidade se manifesta quando o incipiente investigador da Logosofia, em seu afã de que o ensinamento permaneça dentro dele, busca comunicar aos demais o pensamento logosófico, como uma necessidade interna. O conhecimento logosófico cria um mundo novo e real Ao comunicá-lo, nota como se prontamente aflorassem em sua mente múltiplas ideias, que aparecem como imantadas por uma força interna que antes não possuía; é que aquilo que começa a compreender atrai muitos dos ensinamentos que acreditou esquecidos. Deste modo adverte que, nessa comunicação ao semelhante, encontra o prazer de sentir como os ensinamentos logosóficos permanecem nele; a cada palavra que pronuncia segue, como compensação, a recordação de muitas daquelas imagens que, plasmadas um dia em sua mente, por esquecimento, por descuido ou por inércia, foram se apagando até desaparecer. Veja, pois, quão conveniente é o treinamento, o constante movimento de tudo o que, dentro da mente, vai formando parte da vida e que deve encontrar seu encaminhamento definitivo como orientação fixa e inalterável. Porém, não obstante a circunstância anotada, que, penso, muitos têm experimentado, existe outra que tem igual virtude. Com efeito, quando não há ninguém a quem comunicar o pensamento logosófico, busque o que está mais próximo de você, dirigindo-se ao seu próprio ser interno. Formule perguntas, tal como um semelhante o faria com você; assim, em vez de ser outro quem as formule, poderá fazer perguntas a si mesmo, e ver como, em resposta a tais perguntas, afloram pensamentos que, em muitos casos, não havia sequer suspeitado que pudessem corresponder tão solicitamente ao chamado da inteligência. O conhecimento logosófico cria um mundo novo e real. Tudo que é novo por si mesmo atrai, mas este mundo novo tem, ademais, a virtude de tornar agradável essa realidade que oferece, sem que se sinta dor alguma, quando o ilusório vai se dissolvendo gradualmente até desaparecer. Trechos extraídos do livro Introdução ao Conhecimento Logosófico, p. 277 Carlos Bernardo González Pecotche Enviado por Sinval em 13/11/2013 Código do texto: T4569490

domingo, 16 de março de 2014

Resultados obtidos com a orientação logosófica

Com a orientação dos ensinamentos logosóficos, estou conseguindo debilitar as deficiências psicológicas e superar as dificuldades que me impediam de evoluir conscientemente, o que tem contribuído para reconstruir a minha vida e administrar melhor o tempo, visando cumprir com os grandes objetivos para os quais fui criado. À Medida que vou selecionando os pensamentos existentes na minha mente e substituindo as deficiências pelas virtudes, vou sentindo a manifestação de uma nova individualidade e uma contribuição para maior tranquilidade interna..Somente ao voltar-me para dentro de mim mesmo pude conhecer a minha verdadeira realidade interna, que é muito diferente da que imaginava. Ao elevar a minha mente por cima das preocupações comuns comecei a perceber as maravilhas plasmadas por Deus na Criação. Com a realização do processo de evolução consciente, instituído pela Logosofia, pude perceber a possibilidade de depurar o mal que havia cumulado anteriormente e a de contribuir para a minha própria redenção em conformidade com a prerrogativa da Lei de Evolução. A vida é um vasto campo experimental, do qual podemos extrair muitos elementos úteis, principalmente quando observamos os processos que se cumprem na natureza, os quais foram designados pelo Criador e que nos permitem extrair elementos estimulantes para a melhor condução da vida. A aquisição dos conhecimentos superiores é fundamental para a ampliação da vida e para que possamos conduzi-la para os planos de uma maior hierarquia bem superior aos proporcionados pelos conhecimentos comuns. Com a orientação do método logosófico, único em sua essência, estou conduzindo melhor a minha vida, com mais serenidade e sem as precipitações como ocorria antes. Ao tomar contato com a minha realidade interna e ao desenvolver os sistemas mental e sensível, tenho experimentado mudanças no meu modo de pensar e de sentir, o que tem contribuído para a ampliação de conceitos e de uma conduta melhor. Sinval Lacerda Para mais informações sobre a Logosofia e a Fundação

domingo, 9 de março de 2014

Enganando-se e sendo enganado

Enganando-se e sendo enganadoPor Carlos Bernardo González Pecotche (Raumsol) A propensão ao engano responde a dois estados característicos da psicologia humana: a ignorância da malícia alheia e a ambição. No primeiro caso, o indivíduo tende ingenuamente a confiar no que lhe é dito ou proposto, sem se deter a examiná-lo e sem se prevenir contra possíveis intenções, ocultas no pensamento do semelhante. No segundo caso, o entendimento é turbado momentaneamente pela ambição, pois se impõe um pensamento cobiçoso, facilmente percebido por quem tenta fazê-lo vítima de suas maquinações. Este pensamento, que entorpece a função de raciocinar, que dificulta o assessoramento da consciência e ainda chega a silenciar a sensibilidade, mantém o ser enfeitiçado e à mercê do embusteiro, de quem só conseguirá se livrar quando este lhe tenha subtraído quanto pôde, isto é, quando dessa entrega incondicional surja o desfalque mental, moral ou econômico do incauto. Não se entregar à ilusão e a confiar em si mesmo antes de confiar nos outros O homem, de per si muito afeito ao ócio mental, sente-se, por outra parte, atraído por tudo o que é fácil, pelo que não lhe custa esforço e lhe proporciona, em troca, rápidas conquistas em qualquer ordem da vida. Daí sua propensão a ser enganado. A realidade se encarrega depois de adverti-lo de seu erro; mas é lamentável que deva suportar inexoravelmente as consequências, em geral difíceis de aguentar, que todo engano traz consigo. A propensão ao engano, na qual representa um papel importante a faculdade de imaginar, isto é, a imaginação, deixa a mente desguarnecida. Denuncia um adormecimento temporário da inteligência, incapacitando-a para exercer controle sobre os pensamentos sedutores que atentam contra o ser e sobre os atos a que ele se vê compelido, em razão de sua predisposição a deixar-se enganar pelo próximo. Para neutralizar esta funesta tendência, aconselhamos a não se entregar à ilusão e a confiar em si mesmo antes de confiar nos outros. Texto extraído do Livro Deficiências e Propensões do Ser Humano, pág 163

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

A importância da recordação da nossa infância

Estimulado pelo ensinamento logosófico que se refere à necessidade de recordar a criança que um dia fomos, iniciei, há tempos, um trabalho escrito das vivências da minha infância que foram tão coloridamente vividas e que me proporcionaram muitos momentos de felicidade. Pude comprovar com a realização desse trabalho que a evocação das vivências da infância suaviza as agruras da vida. Refletindo sobre essas recordações, pude sentir a manifestação da sensibilidade, o que contribuiu para tributar uma homenagem de meus sentimentos a essa criança que fui e que me proporcionou tantas alegrias. Sentindo a importância de reativar os resultados positivos das vivências e experiências das diversas fases da minha vida, tenho procurado recordar com frequência todos esses momentos com o objetivo de integrá-los na consciência, o que me tem proporcionado uma grande satisfação interna e uma agradável sensação de estar ampliando a minha vida. Em reconhecimento a todos os momentos felizes da minha vida, elevo meu pensamento ao Criador, fonte suprema de todos os bens, como homenagem de gratidão por todos esses bens que me foram concedidos e principalmente pela vida e os meios para superar-me e evoluir com a participação da consciência. Sinval Lacerda Para mais informações sobre a Logosofia e a Fundação Logosófica: www.logosofia.org.br

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Conhecendo os inimigos que temos detro

Conhecendo os inimigos que temos dentro Por Carlos Bernardo González Pecotche O quadro das deficiências que a criatura humana apresenta desde que nasce até o final de sua velhice, poderia parecer desalentador. Entretanto, isso não deve abater o ânimo, pois é preferível conhecer que inimigos temos dentro, para combatê-los com lucidez mental, a ignorá-los, enquanto ficamos à mercê de sua influência, suportando docilmente a maioria dos desgostos e depressões que nos acarretam. E se comprovamos que uma ou outra deficiência não existe no âmbito pessoal, acaso não é um efetivo humanismo o que se pode exercer, ajudando os demais a se desprenderem delas? A ausência de um gesto dessa índole poria a descoberta uma falha censurável, o egoísmo, que revela falta de solidariedade humana. A forma que usamos para apresentar essas realidades impede criar um complexo de inferioridade em quem quer que seja, pois oferecemos os conhecimentos que permitem ao homem desembaraçar-se de tão penosa carga; e já se sabe com quanta força revive a árvore depois que lhe podamos os galhos inúteis, livrando-a das pragas que a consomem. Ao revelar ao entendimento individual essa realidade que se desconhecia, ou que se resistia a conhecer, como é a do enraizamento de deficiências em sua própria vida, não foge ao nosso propósito neutralizar o complexo de superioridade que a maioria das pessoas apresenta em sua psicologia, que dissimula as falhas psicológicas que tanto afetam o desenvolvimento das possibilidades mentais e espirituais que todo ser humano possui. Isso haverá de levar o investigador consciente a deter seu exame e sua análise sobre nossos pronunciamentos, bem como a observar com serenidade de juízo a utilidade que pode extrair deles, desde que se coloque em atitude imparcial ao fazer suas apreciações pessoais. Nosso ensinamento destrói a inconsistente e presunçosa afirmação: "Pau que nasce torto morre torto". Pois que, ao modificar as causas que determinam a defeituosa configuração psicológica do indivíduo, modifica-lhe também a vida na totalidade de seu conteúdo. Com a citada afirmação o homem estende um véu sobre sua própria realidade interna, fechando o caminho a toda possibilidade de enobrecer sua conduta, sem perceber que tal coisa implica negar-lhe todo direito ao aperfeiçoamento e, do mesmo modo, negar a Lei de Evolução. O fato de uma pessoa assegurar que padece esta ou aquela deficiência nem sempre prova que esteja certa, já que com frequência isso provém do desconhecimento que tem de si mesma. Por outro lado, não são poucos os que preferem se ignorar a ter de se confessar em falta ante suas consciências, pelo descuido em que incorrem a respeito de tão primordial dever para consigo mesmos. A Logosofia, ao introduzir o homem em seu próprio mundo interno, faz com que perceba o erro de insistir em atitudes que entorpecem seu desenvolvimento moral. Pouco a pouco, ele compreende quão nocivo é essa postura e o valor de aplicar-se ao cultivo das qualidades que surgem espontâneas da alma, após o desarraigamento dos defeitos que a oprimem. Trechos extraídos do livro Deficiências e Propensões do Ser

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Novos estímulos para uma nova vida

Novos estímulos para uma nova vida Por Carlos Bernardo González Pecotche O homem se move, atua e realiza por impulso de determinados estímulos, que seriam seus agentes motores. Eles passam inadvertidos para a maioria, a ponto de ser necessário mostrá-los a seu entendimento, a fim de que os perceba e sinta sua influência benéfica. Essa maioria carece de estímulos, mais por força de um costume – o de esperar tudo dos demais e não do esforço próprio, o de confiar na sorte ou numa providência com perfume de fadas – do que pelo fato de tais estímulos não existir em realidade. Essa aparente orfandade de estímulos faz o ser experimentar a necessidade de se liberar da opressão que para ele representa uma vida sem maiores alternativas. Enquanto uns buscam preencher o vazio com distrações e diversões de toda espécie, outros manifestam sua predisposição ao sobrenatural. Vemos também que quase todas as histórias em quadrinhos publicadas, que constituem o deleite de crianças e adultos (os últimos são a maioria), têm suas tramas baseadas em super-homens dotados de forças extraordinárias, que realizam proezas estupendas, fazendo o comum das pessoas sonhar em possuir iguais condições, dignas da admiração do semelhante. Não deixa de ser sugestivo esse movimento mental voltado para um pretenso ideal que, pelo fato de ser inalcançável, exalta ainda mais a imaginação de quantos coincidem em tal aspiração. Todo esse movimento mental, que se reproduz em diferentes setores do pensamento e da atividade humana, mostra com evidência qual é o estado de meia humanidade. Não se conformando com uma existência que não lhe proporciona os inefáveis gozos que as mudanças notáveis produzem na alma, o homem alimenta o pensamento de ser algo superior a tudo o que existe de vulgar no sentir humano. A Logosofia, com sua riqueza de estímulos, vem preencher esse grande vazio, conduzindo o homem rumo ao despertar de uma vida que não é a comum e sim outra, na qual podem ser satisfeitas as mais extremas exigências. Ao mesmo tempo em que assinala a ilusória imagem das criações fantasiosas, indica ao homem, com a eloquência de seus quadros experimentais, qual é o caminho a seguir para conquistar até as mais altas expressões de sua humana natureza e de sua hierarquia mental. Admitindo-se que o homem civilizado é para o índio inculto um super-homem, por que não se haverá de admitir que um homem dotado de um extraordinário saber também o seja para o homem comum? Convenhamos, então, que a riqueza de conhecimento faculta ao ser viver uma vida que só em aparência se assemelha à vulgar, pois dela dista muito quanto à amplidão, às perspectivas, à qualidade e eficiência de suas particularidades, sobretudo em suas possibilidades conscientes. Nada pode ser mais propício do que pôr mãos à obra, com o propósito de criar uma nova individualidade, cujas necessidades vitais sejam atendidas com o sumo dos conhecimentos que se prodigalizam ao entendimento de quem cumpre suas próprias promessas nesse sentido. Texto extraído da Coleção da Revista Logosofia Tomo I, pág. 21.

sábado, 8 de fevereiro de 2014

A vida e a atividade dos pensamentos

A vida e a atividade dos pensamentos Os pensamentos, segundo a Logosofia, são entidades que alcançam vida própria na mente do homem e atuam dependentes e independentemente da sua vontade num espaço dimensional da mente. São os agentes causais do comportamento humano. A faculdade de pensar é a encarregada de criá-los. Podem ser próprios e alheios; positivos e negativos; autônomos e dependentes da vontade; intermitentes e obsessivos. No estado inconsciente, os pensamentos atuam desordenadamente. Entram e saem da mente sem dar nenhuma satisfação à vontade, à razão e à inteligência do indivíduo. Dentre os pensamentos comuns existem os úteis, que atendem às necessidades da vida corrente e os pueris, os estéreis, os perniciosos, os assassinos, além dos que recebem a influência de todas as deficiências psicológicas e propensões do ser humano. Todos os pensamentos negativos desviam o ser humano do verdadeiro objetivo da vida. Juntamente com os preconceitos e as crenças travam o mecanismo mental, impedindo o ser de observar com a participação da consciência o que ocorre dentro de si mesmo, de reconhecer as próprias faltas e de realizar uma verdadeira superação. Em consequência dessas falhas, conduzem o homem, inevitavelmente, para um destino comum, ao desenvolvimento da personalidade que é o oposto da individualidade. Muitas vezes os pensamentos nos levam a fazer o que não queremos e impedem-nos de fazer o que nos propomos; isto ocorre porque, sem a participação da consciência, atuam independentemente da vontade, sem nenhum controle de nossa parte. No primeiro caso sobrevém o arrependimento, a sensação de culpa, a depressão, o debilitamento. No segundo caso, sobrevém o desestímulo a falta de confiança em nós mesmos. Para eliminarmos a atuação desses pensamentos negativos é imprescindível uma vigilância e uma observação permanente das suas atuações, além da criação de defesas mentais. Sinval Lacerda Para mais informações sobre a Logosofia e a Fundação Logosófica: www.logosofia.org.br

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

O despertar da consciência superior

O ser humano, quando despertado pela consciência, clama, internamente, por verdades que lhe saciem a sede de um saber superior. Sente, então, a necessidade de preencher o vazio interno, produzido pela falta de realizações nesse sentido e pelo desconhecimento dos verdadeiros objetivos da vida para os quais foi criado. A falta de uma orientação segura, com relação a esses aspectos, o tem levado a se projetar, quase sempre, para fora de si mesmo, e dessa forma, é praticamente impossível vincular-se com o próprio interno e tomar contato com a sua natureza superior ou espiritual. Por causa desse desvio sofre as consequências que tanto o deprimem e angustiam. Para solucionar os grandes problemas enfrentados pelos seres, de um modo geral, a Logosofia, criada pelo humanista e pensador González Pecotche, instituiu, como ponto de partida, a superação individual por meio de um processo de evolução consciente, que lhe ensina a conhecer a si mesmo, o sistema mental e o sensível, as Leis Universais, o mundo transcendente, o próprio espírito e o Criador. Podemos observar, por meio das realizações humanas, que o homem somente consegue superar-se e evoluir conscientemente, ao eliminar suas crenças, preconceitos, deficiências psicológicas e quando começa a pensar por si mesmo ao fazer uso da faculdade de pensar, o que contribui para a integração na sua mente dos conhecimentos superiores destinados a atender as suas necessidades espirituais e atuar em conformidade com os objetivos designados pela suprema vontade do Criador plasmada nas Leis Universais. Sinval Lacerda Para mais informações sobre a Logosofia e a Fundação Logosófica: www.logosofia.org.br

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Renovação interna da vida

Fazendo uma revisão da minha vida, senti a necessidade de reconstruí-la sobre bases reais pelo fato de sentir que ela estava baseada somente em coisas supérfluas e corriqueiras, que não me permitiram uma superação concreta em conformidade com os seus grandes objetivos. Com os elementos de que dispunha, isto é, proporcionados pela religião que pratiquei e pela cultura comum, não consegui esse objetivo, apesar das várias tentativas. Somente com o estudo e a prática dos ensinamentos logosóficos estou conseguindo criar uma nova individualidade e uma superação em todas as ordens da minha vida e encaminhá-la para um destino superior. Ao comprovar as mudanças da minha modalidade de ser e do meu caráter, estou realizando com mais esforço e determinação a segunda parte da minha superação: a de eliminar as aderências de preconceitos, de deficiências psicológicas e de crenças, visando criar uma nova imagem bem superior a atual. Observando as minhas atuações e atitudes, percebi que os pensamentos me levavam a fazer o que não queria e me impediam, muitas vezes, de fazer o que me propunha. De acordo com a Logosofia os pensamentos são os agentes causais do comportamento humano. Com os novos elementos adquiridos pude comprovar que devemos disciplinar os pensamentos para que eles possam ficar subordinados a nossa razão, porque caso contrário eles atuam de uma forma aleatória e indisciplinada. Para que pudesse ter um maior domínio sobre eles, procurei seguir a orientação do método logosófico que aconselha conhecê-los, identificá-los e selecioná-los com o objetivo de debilitar e eliminar os negativos, para que os de maior hierarquia possam atuar sem a interferência daqueles. Sinval Lacerda

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

A ciência logosófica

Pela primeira vez tomo contato com os conhecimentos transcendentes, proporcionados pela Logosofia e, ao utilizá-los, sinto estímulos de uma hierarquia bem superior aos dedicados apenas aos conhecimentos comuns. O maior estímulo para o ser humano é a aquisição do saber superior que constitui uma das finalidades da vida. Para alcançarmos esse anelo, devemos reformular o nosso sistema mental, selecionar os pensamentos, eliminar as crenças, os preconceitos e o mal existente dentro de nós por meio da própria redenção. A Logosofia não somente faz referência ao verdadeiro caminho que devemos seguir, mas nos possibilita percorrê-lo por meio da realização do processo de evolução consciente que instituiu e ensina a realizar nas suas Instituições. Podemos comprovar, pela experiência e observação, que o ser humano somente consegue evoluir conscientemente quando começa a pensar por si mesmo, o que contribui para evitar as inculcações. Com os novos conceitos e uma reformulação da minha estrutura mental e psicológica, estou conseguindo edificar uma nova vida bem melhor que a anterior. Essa realidade, comprovada pela superação de conceito e da conduta, além da perspectiva da conquista de outras realizações, atua internamente como uma fonte perene de estímulos na busca do saber. Sinto a necessidade de corresponder a todo bem que recebo, e quanto maior a consciência desse bem, maior é o meu anelo de retribuí-lo, porque a verdadeira gratidão surge da consciência que vamos tendo do bem recebido e à medida que o vamos estendendo aos demais. Aos poucos vou eliminando o amor próprio e o egoísmo que me levavam, e ainda me levam, antes com maior intensidade, a desacatar a Lei Universal de Caridade. Sinval Lacerda Para mais informações sobre a Logosofia e a Fundação Logosófica: www.logosofia.org.br

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Os ciclos da evolução humana por meio das Leis Universais

Deus, ao plasmar a imagem do homem, segundo a Logosofia, determinou-lhe o cumprimento de todos os ciclos de evolução por meio das leis supremas. Para isto, o Criador concedeu-lhe a prerrogativa de conhecer a sua vontade plasmada nessas leis. Ao tomar consciência dessa grande prerrogativa, o homem poderá reger sua vida como ser físico e imortalizá-la como ser espiritual. Quando começamos a compreender e sentir o grande objetivo da vida, passamos à dedicação de mais tempo aos aspectos transcendentes, com o objetivo de superar-nos, evoluir conscientemente e nos constituir em verdadeiros servidores da humanidade. Para isso, é necessária uma grande consagração e a criação inteligente de energias internas, capazes de ajudar-nos a vencer tudo quanto conspire contra os nossos elevados propósitos de bem e contra a firmeza de nossas determinações. Precisamos adquirir o conhecimento dos pensamentos, para podermos entrar em contato com a nossa realidade interna e superar-nos. Para isto, é fundamental conhecê-los, identificá-los, classificá-los e selecioná-los. Essa tarefa exige um esforço inteligente, uma observação interna constante, porque os pensamentos negativos, muitas vezes, se apresentam com vestimentas do bem, o que dificulta a sua identificação. Eles devem ficar subordinados a nossa razão e atender ao que lhes determinamos, porque podem nos levar a fazer o que não queremos, e impedir-nos de fazer o que gostaríamos. A falta de uma orientação segura com relação a esses aspectos tem levado o homem a se projetar para fora de si mesmo, e dessa forma, é praticamente impossível vincular-se com o próprio interno e tomar contato com a sua natureza superior ou espiritual. Por causa desse desvio sofre as consequências que tanto o deprimem e angustiam. O ser humano, à medida que vai se superando e evoluindo, clama, internamente, por verdades que lhe saciem a sede do saber superior, para que possa criar, dentro de si, a felicidade tão ansiada e a orientação segura de um caminho que o conduza ao Criador. A Logosofia proporciona ao ser os meios para a realização do processo de evolução consciente, o qual o conduz ao conhecimento de si mesmo e, consequentemente, aos grandes conhecimentos, tais como: Da Criação, das Leis Universais, da finalidade da vida, do mundo transcendente, do próprio espírito e do Criador. Um dos seus maiores objetivos consiste, exatamente, em ensinar o ser a pensar por si mesmo. A realização do processo de evolução consciente, instituído pela Logosofia, se efetua pela primeira vez na história dos seres humanos. Esse processo, dentre outros aspectos, possibilita o ser, por meio de um método próprio, edificar uma nova vida, ao reestruturar os seus sistemas mental, sensível e instintivo. Sinval Lacerda Para mais informações sobre a Logosofia e a Fundação Logosófica: www.logosofia.org.br

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Diferença entre crença e saber

Baseado nas minhas experiências e observações pude comprovar que as crenças, os preconceitos e as deficiências psicológicas travam as faculdades da inteligência, dificultando a superação e a evolução do ser humano, que somente cresce internamente de uma forma consciente, quando começa a pensar por si mesmo, ao fazer uso das faculdades da mente principalmente da função de pensar. A crença dogmática, nos aspectos evolutivos relacionados aos planos psicológico e espiritual, não produziu nenhum benefício à humanidade, uma vez que, desde tempos remotos até os nossos dias, o ser humano continua na mesma prostração mental, psicológica e espiritual sem perspectiva de superação. De um modo geral, ela leva a uma acomodação com os conceitos inculcados, o que provoca uma inércia mental cujas consequências impedem o ser humano de superar-se e de evoluir com a participação da consciência. A sua influência negativa é tão grande que paralisa uma zona mental, impedindo o ser de evoluir nos aspectos relacionados ao plano transcendente. O saber, contrastando em todos os sentidos com o crer, elimina, gradativamente, as limitações do homem, conduzindo-o a uma constante atividade mental, em conformidade com a lei de evolução, o que contribui para o conhecimento da sua realidade interna, que será o ponto de partida para a sua superação e evolução. A Logosofia proporciona ao ser os meios para a realização do processo de evolução consciente, o qual o conduz ao conhecimento de si mesmo e, consequentemente, aos grandes conhecimentos, tais como: da Criação, das Leis Universais, da finalidade da vida, dos mundos mental, metafísico ou transcendente, do próprio espírito e do Criador. Sinval Lacerda Para mais informações sobre a Logosofia e a Fundação Logosófica: http://www.logosofia.org.br/

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Aspectos proeminentes da Logosofia

O homem sempre sentiu a necessidade de uma vinculação metafísica com o seu Criador. Entretanto, a falta de conhecimentos que lhe permitisse alcançar tão grande objetivo, o levou a acomodar-se com as crenças e as promessas. Na realidade, elas são prejudicais ao desenvolvimento das faculdades da inteligência, chegando a paralisar uma zona da mente, justamente a que poderia contribuir para que o ser pudesse discernir a respeito de sua inibição espiritual. Aos poucos, fui comprovando essa realidade, ao perceber como as faculdades da minha mente foram afetadas, principalmente a de pensar que estava paralisada pelo virus da crença. A mente que não funciona bem, não pode oferecer condições ao homem de modo a usá-la livre e adequadamente. Observamos que o ser humano somente começa a evoluir com a participação da consciência, quando consegue pensar por si mesmo, deixando de atuar com o que os outros lhe inculcam. Um dos maiores objetivos da Logosofia consiste, exatamente, em ensinar o ser a pensar por meio da realização do processo de evolução consciente, que se efetua pela primeira vez na história dos seres humanos. Esse processo, dentre outros aspectos, possibilita o ser, por um método próprio, a edificar uma nova vida, ao reestruturar os seus sistemas mental, sensível e instintivo. A Logosofia, criada pelo pensador, educador e humanista Carlos Bernardo González Pecotche apresenta uma nova concepção do Universo e do homem, indicando-lhe a única forma de aproximar-se do Criador: pelo conhecimento transcendente, cuja finalidade essencial é por em atividade a consciência, ao mesmo tempo em que o encaminha para dentro do seu interno, o que lhe possibilita conhecer a si mesmo e tomar contato com o próprio espírito. Com o estudo e a prática dos conhecimentos dessa ciência, vamos ampliando a nossa vida e conduzindo-a ao cumprimento do grande objetivo para o qual fomos criados: supera-nos, evoluir conscientemente e identificar-nos com O Criador. Sinval Lacerda Para mais informações sobre a Logosofia e a Fundação Logosófica: www.logosofia.org

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Inquietude sobre a finalidade primordial da vida

Numa das reuniões informativas na Fundação Logosófica, o coordenador da reunião formulou para o conjunto a seguinte pergunta: qual o conceito que cada um tem da finalidade da vida? Fiz um esforço mental internamente para responder e não consegui. Nunca havia pensado seriamente sobre essa questão. Entretanto, a partir daquele momento, uma grande inquietude surgiu dentro de mim. Comecei, então, a procurar elementos com os quais pudesse ampliar esse conceito. Conversando, posteriormente, com um colega, estudante de Logosofia, convidou-me para participar do curso de informação e preparação, visando o ingresso na Instituição Logosófica. Depois de algum tempo de estudo e prática dos ensinamentos logosóficos pude perceber a importância da ampliação desse conceito relacionado com a vida e de muitos outros, uma vez que geralmente atuamos em conformidade com os pensamentos e com os conceitos admitidos. Verificando que a minha vida carecia de conteúdo além do proporcionado pelas coisas comuns e que se desenvolvia ao acaso, senti a necessidade de reconstruí-la em sua estrutura mental e psicológica, procurando adquirir elementos de uma hierarquia superior com o objetivo de atender aos seus elevados fins, em conformidade com os desígnios de Deus, plasmados nas Leis Universais. Encontrei no ambiente da Fundação Logosófica um clima de afeto, de respeito e de liberdade que muito contribuiu para que eu pudesse dar continuidade ao estudo e prática dessa ciência, única em seu gênero. Com a orientação dos ensinamentos logosóficos, estou conseguindo ampliar os conceitos de um modo geral, o que está contribuindo para a edificação de uma nova vida bem superior à anterior e encaminhá-la em conformidade com o seu máximo objetivo. Sinval Lacerda Para mais informações sobre a Logosofia e a Fundação Logosófica: www.logosofia.org.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Lei Universal de Evolução

LEI UNIVERSAL DE EVOLUÇÃO A evolução consciente deve ser realizada em todas as ordens da vida com a intervenção constante da consciência, para que possamos cumprir o divino plano designado pelo Criador, estabelecido nas Leis Universais. Quem quiser chegar a ser o que não é, deverá principiar por não ser o que é. Esse axioma logosófico sintetiza as bases de uma evolução consciente e progressiva, porque não devemos acomodar-nos logo após as primeiras conquistas no plano evolutivo. O esforço deve ser constante para podermos alcançar novos estados superiores na escala ascendente da evolução, visando sempre ser melhor do que conseguimos ser. Uma vez alcançado o que delineamos como meta é necessário atuar em conformidade com esse novo estado de vida, porque não existe evolução sem mudanças. Caso contrário seria uma evolução aparente, dentro da lei cíclica. Quando começamos a sentir e compreender o grande objetivo da vida, passamos a dedicar mais tempo aos aspectos transcendentes, com o objetivo de supera-nos, evoluir e nos constituir em verdadeiros servidores da humanidade. Para isso, é necessária uma grande consagração e a criação inteligente de energias internas, capazes de ajudar-nos a vencer tudo quanto atente contra os nossos elevados propósitos de bem e contra a firmeza de nossas determinações. Refletindo, intensamente, sobre a minha vida, concluí que ela ainda conserva resquícios de crenças dogmáticas e preconceitos, que me foram inculcados, principalmente, na infância, quando nem sequer fazia uso da razão, o que, logicamente, me prejudicou em vários sentidos, principalmente com relação ao desenvolvimento das minhas faculdades da inteligência que ficaram travadas pelo vírus da crença, A edificação de uma nova vida é uma tarefa árdua, que requer a destruição de todos os elementos falsos de que é constituída, para dar lugar à criação de uma vida superior em conformidade com os grandes objetivos para os quais fomos criados. Sinval Lacerda Para mais informações sobre a Logosofia e a Fundação logosófica: http://www.logosofia.org.br/

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Resultados obtidos com o estudo e a aplicação dos ensinamentos logosóficos

Com os elementos proporcionados pela Ciência Logosófica, pude perceber que os preconceitos e os elementos propostos pela crença dogmática prejudicaram a minha evolução interna e espiritual. Eles travaram o desenvolvimento das faculdades da minha inteligência e a atuação dos meus sentimentos, o que produziu um vazio interno que somente com o auxílio dos ensinamentos logosóficos estou conseguindo preencher. Com a realização do processo de evolução consciente, estou conhecendo os pensamentos como agentes causais das minhas atitudes e do meu comportamento, além de ampliar os conceitos que se encontravam estagnados na minha mente. A renovação de conceitos é fundamental para a superação individual, porque os conceitos que não evoluem se revertem em preconceitos. A disciplina mental contribui para a seleção dos pensamentos e para o melhor aproveitamento das diversas ordens da vida, principalmente para o melhor aproveitamento das energias internas, para maior capacitação intelectual e para a economia de tempo. Baseado nos novos conceitos percebi que a única forma para não cometer erros é a de eliminar as causas que os promovem, como, por exemplo, a atuação das deficiências psicológicas, a falta de defesas mentais e da atuação constante da consciência. Tenho comprovado a importância da seleção dos pensamentos na mente com o objetivo de afastar e eliminar os negativos e inúteis, visando abrir espaço mental para que outros de maior hierarquia ocupem o seu lugar. Antes de tomar contato com a Logosofia, o meu caráter era agressivo, irascível, amargurado e triste. Com a aplicação dos novos conhecimentos ele está se tornando sereno, alegre e otimista além de me proporcionar um bem-estar comigo mesmo e com os demais. Baseado na afirmação logosófica de que o homem pode ser o seu próprio redentor, estou procurando redimir-me das faltas cometidas durante a vida, à medida que for fazendo o bem de forma que suplante o mal causado por elas., o que me está proporcionando condições de edificar uma nova vida. Sinval Lacerda Para mais informações sobre a Logosofia e a Fundação Logosófica: www.logosofia.org.br

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

A busca do poder superior

Analisando a minha vida antes de tomar contato com a Fundação Logosófica em Prol da Superação Humana, concluí que apesar de estar bem nos aspectos comuns da vida, isto é, nos aspectos econômico, profissional e familiar, sentia internamente a falta de algo superior que pudesse atender as minhas aspirações de supera-me, principalmente nos aspectos moral e espiritual e que estivessem de acordo com a finalidade essencial da vida. Pelas experiências e observações, pude comprovar que os conhecimentos comuns e as coisas materiais, por si sós, não conseguem preencher os vazios internos produzidos pelo nosso desvio com relação aos grandes objetivos para os quais fomos criados. Para atender a esse desejo de superação filiei-me a algumas seitas e correntes ideológicas e não encontrei nada que acalmasse a minha sede do verdadeiro saber e que pudesse atender às necessidades do meu espírito. Apesar do fracasso das várias tentativas nesse sentido, sempre existiu em mim a esperança de encontrar algo que pudesse orientar-me no sentido de acalmar as minhas inquietudes internas e espirituais para que eu pudesse dar uma nova direção à minha vida. Quando tomamos consciência de que vivemos no erro, sentimos internamente a necessidade de conquistar elementos que nos ajudem a eliminar as causas que nos conduzem a eles. Sentimos, então, o despertar da consciência superior que contribui para a manifestação de muitos anelos de superação que se encontram adormecidos no nosso interno. Com o estudo e a prática dos ensinamentos logosóficos, estou preenchendo os vazios internos, superando os conceitos e edificando uma nova vida em conformidade com os seus grandes objetivos. Sinval Lacerda Para mais informações sobre a Logosofia e a Fundação Logosófica:

domingo, 26 de janeiro de 2014

Logosofia - ciência em prol da superação humana

A Fundação Logosófica foi criada pelo pensador e humanista - Carlos Bernardo González Pecotche em 1930, com a finalidade de difundir a Logosofia, ciência de sua criação, que tem, dentre outros, o objetivo de propiciar ao ser humano elementos que lhe permitem realizar o processo de evolução consciente. À medida que o for realizando, irá conhecendo e organizando tanto o sistema mental como o sensível, o que lhe permite a aquisição de conhecimentos transcendentes, tais como o de si mesmo e do próprio espírito. Os conhecimentos emanados da Logosofia são originais e oriundos de uma única fonte. O criador desta ciência os extraiu do vastíssimo campo experimental da vida, da natureza, onde estão plasmados os pensamentos do Criador, e da sua própria herança. O PROCESSO DE EVOLUÇÃO CONSCIENTE Pela primeira vez na história da humanidade, esta Ciência instituiu e ensina a realizar este processo, que é o ponto de partida para o conhecimento de si mesmo e de tudo que se relaciona com a parte transcendental do ser humano e do mundo metafísico ou transcendente, através de um método próprio nas escolas da Fundação Logosófica. "Ao dar a conhecer os fatores que intervêm no que ocorre diariamente dentro do mundo interno de cada indivíduo, a Logosofia põe ao alcance do homem a chave do conhecimento causal referente a sua vida, a sua evolução e o seu destino. Não podem permanecer alheias a tal prerrogativa as Leis Universais, por serem as que sustentam os pilares da Criação e animam a vida de tudo quanto existe. É dever do homem não infringi-las e auspiciar, em todo momento, o selo de seus desígnios, cumprindo com seus mandatos, o que lhe outorga a segurança absoluta de seu amparo". Dentre essas leis, destacamos a de evolução, de equilíbrio, de herança de si mesmo, de câmbios, de adaptação, de afeto, de afinidade, de caridade etc. SEUS GRANDES OBJETIVOS "A evolução consciente do homem, mediante a organização de seus sistemas mental, sensível e instintivo. O conhecimento de si mesmo, que implica o domínio pleno dos elementos que constituem o segredo da existência de cada um. A integração do espírito para que o ser possa aproveitar os valores que lhe pertencem, originados em sua própria herança. O conhecimento das leis Universais, indispensáveis para ajustar a vida a seus sábios princípios. O conhecimento do mundo mental, transcendente ou metafísico, onde todas as ideias e pensamentos que fecundam a vida humana têm origem E edificação de uma nova vida e de um destino melhor, superando ao máximo as prerrogativas comuns. O desenvolvimento e o domínio profundo das funções de estudar, de aprender,de ensinar, de pensar e de realizar, com o que o método logosófico se transubstancia em aptidões individuais de significado incalculável para o porvir pedagógico na educação da humanidade." Sinval Lacerda Para maiores informações sobre a Ciência Logosófica: Sites: www.logosophy.net www.logosofia.org.br