sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

A importância da recordação da nossa infância

Estimulado pelo ensinamento logosófico que se refere à necessidade de recordar a criança que um dia fomos, iniciei, há tempos, um trabalho escrito das vivências da minha infância que foram tão coloridamente vividas e que me proporcionaram muitos momentos de felicidade. Pude comprovar com a realização desse trabalho que a evocação das vivências da infância suaviza as agruras da vida. Refletindo sobre essas recordações, pude sentir a manifestação da sensibilidade, o que contribuiu para tributar uma homenagem de meus sentimentos a essa criança que fui e que me proporcionou tantas alegrias. Sentindo a importância de reativar os resultados positivos das vivências e experiências das diversas fases da minha vida, tenho procurado recordar com frequência todos esses momentos com o objetivo de integrá-los na consciência, o que me tem proporcionado uma grande satisfação interna e uma agradável sensação de estar ampliando a minha vida. Em reconhecimento a todos os momentos felizes da minha vida, elevo meu pensamento ao Criador, fonte suprema de todos os bens, como homenagem de gratidão por todos esses bens que me foram concedidos e principalmente pela vida e os meios para superar-me e evoluir com a participação da consciência. Sinval Lacerda Para mais informações sobre a Logosofia e a Fundação Logosófica: www.logosofia.org.br

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Conhecendo os inimigos que temos detro

Conhecendo os inimigos que temos dentro Por Carlos Bernardo González Pecotche O quadro das deficiências que a criatura humana apresenta desde que nasce até o final de sua velhice, poderia parecer desalentador. Entretanto, isso não deve abater o ânimo, pois é preferível conhecer que inimigos temos dentro, para combatê-los com lucidez mental, a ignorá-los, enquanto ficamos à mercê de sua influência, suportando docilmente a maioria dos desgostos e depressões que nos acarretam. E se comprovamos que uma ou outra deficiência não existe no âmbito pessoal, acaso não é um efetivo humanismo o que se pode exercer, ajudando os demais a se desprenderem delas? A ausência de um gesto dessa índole poria a descoberta uma falha censurável, o egoísmo, que revela falta de solidariedade humana. A forma que usamos para apresentar essas realidades impede criar um complexo de inferioridade em quem quer que seja, pois oferecemos os conhecimentos que permitem ao homem desembaraçar-se de tão penosa carga; e já se sabe com quanta força revive a árvore depois que lhe podamos os galhos inúteis, livrando-a das pragas que a consomem. Ao revelar ao entendimento individual essa realidade que se desconhecia, ou que se resistia a conhecer, como é a do enraizamento de deficiências em sua própria vida, não foge ao nosso propósito neutralizar o complexo de superioridade que a maioria das pessoas apresenta em sua psicologia, que dissimula as falhas psicológicas que tanto afetam o desenvolvimento das possibilidades mentais e espirituais que todo ser humano possui. Isso haverá de levar o investigador consciente a deter seu exame e sua análise sobre nossos pronunciamentos, bem como a observar com serenidade de juízo a utilidade que pode extrair deles, desde que se coloque em atitude imparcial ao fazer suas apreciações pessoais. Nosso ensinamento destrói a inconsistente e presunçosa afirmação: "Pau que nasce torto morre torto". Pois que, ao modificar as causas que determinam a defeituosa configuração psicológica do indivíduo, modifica-lhe também a vida na totalidade de seu conteúdo. Com a citada afirmação o homem estende um véu sobre sua própria realidade interna, fechando o caminho a toda possibilidade de enobrecer sua conduta, sem perceber que tal coisa implica negar-lhe todo direito ao aperfeiçoamento e, do mesmo modo, negar a Lei de Evolução. O fato de uma pessoa assegurar que padece esta ou aquela deficiência nem sempre prova que esteja certa, já que com frequência isso provém do desconhecimento que tem de si mesma. Por outro lado, não são poucos os que preferem se ignorar a ter de se confessar em falta ante suas consciências, pelo descuido em que incorrem a respeito de tão primordial dever para consigo mesmos. A Logosofia, ao introduzir o homem em seu próprio mundo interno, faz com que perceba o erro de insistir em atitudes que entorpecem seu desenvolvimento moral. Pouco a pouco, ele compreende quão nocivo é essa postura e o valor de aplicar-se ao cultivo das qualidades que surgem espontâneas da alma, após o desarraigamento dos defeitos que a oprimem. Trechos extraídos do livro Deficiências e Propensões do Ser

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Novos estímulos para uma nova vida

Novos estímulos para uma nova vida Por Carlos Bernardo González Pecotche O homem se move, atua e realiza por impulso de determinados estímulos, que seriam seus agentes motores. Eles passam inadvertidos para a maioria, a ponto de ser necessário mostrá-los a seu entendimento, a fim de que os perceba e sinta sua influência benéfica. Essa maioria carece de estímulos, mais por força de um costume – o de esperar tudo dos demais e não do esforço próprio, o de confiar na sorte ou numa providência com perfume de fadas – do que pelo fato de tais estímulos não existir em realidade. Essa aparente orfandade de estímulos faz o ser experimentar a necessidade de se liberar da opressão que para ele representa uma vida sem maiores alternativas. Enquanto uns buscam preencher o vazio com distrações e diversões de toda espécie, outros manifestam sua predisposição ao sobrenatural. Vemos também que quase todas as histórias em quadrinhos publicadas, que constituem o deleite de crianças e adultos (os últimos são a maioria), têm suas tramas baseadas em super-homens dotados de forças extraordinárias, que realizam proezas estupendas, fazendo o comum das pessoas sonhar em possuir iguais condições, dignas da admiração do semelhante. Não deixa de ser sugestivo esse movimento mental voltado para um pretenso ideal que, pelo fato de ser inalcançável, exalta ainda mais a imaginação de quantos coincidem em tal aspiração. Todo esse movimento mental, que se reproduz em diferentes setores do pensamento e da atividade humana, mostra com evidência qual é o estado de meia humanidade. Não se conformando com uma existência que não lhe proporciona os inefáveis gozos que as mudanças notáveis produzem na alma, o homem alimenta o pensamento de ser algo superior a tudo o que existe de vulgar no sentir humano. A Logosofia, com sua riqueza de estímulos, vem preencher esse grande vazio, conduzindo o homem rumo ao despertar de uma vida que não é a comum e sim outra, na qual podem ser satisfeitas as mais extremas exigências. Ao mesmo tempo em que assinala a ilusória imagem das criações fantasiosas, indica ao homem, com a eloquência de seus quadros experimentais, qual é o caminho a seguir para conquistar até as mais altas expressões de sua humana natureza e de sua hierarquia mental. Admitindo-se que o homem civilizado é para o índio inculto um super-homem, por que não se haverá de admitir que um homem dotado de um extraordinário saber também o seja para o homem comum? Convenhamos, então, que a riqueza de conhecimento faculta ao ser viver uma vida que só em aparência se assemelha à vulgar, pois dela dista muito quanto à amplidão, às perspectivas, à qualidade e eficiência de suas particularidades, sobretudo em suas possibilidades conscientes. Nada pode ser mais propício do que pôr mãos à obra, com o propósito de criar uma nova individualidade, cujas necessidades vitais sejam atendidas com o sumo dos conhecimentos que se prodigalizam ao entendimento de quem cumpre suas próprias promessas nesse sentido. Texto extraído da Coleção da Revista Logosofia Tomo I, pág. 21.

sábado, 8 de fevereiro de 2014

A vida e a atividade dos pensamentos

A vida e a atividade dos pensamentos Os pensamentos, segundo a Logosofia, são entidades que alcançam vida própria na mente do homem e atuam dependentes e independentemente da sua vontade num espaço dimensional da mente. São os agentes causais do comportamento humano. A faculdade de pensar é a encarregada de criá-los. Podem ser próprios e alheios; positivos e negativos; autônomos e dependentes da vontade; intermitentes e obsessivos. No estado inconsciente, os pensamentos atuam desordenadamente. Entram e saem da mente sem dar nenhuma satisfação à vontade, à razão e à inteligência do indivíduo. Dentre os pensamentos comuns existem os úteis, que atendem às necessidades da vida corrente e os pueris, os estéreis, os perniciosos, os assassinos, além dos que recebem a influência de todas as deficiências psicológicas e propensões do ser humano. Todos os pensamentos negativos desviam o ser humano do verdadeiro objetivo da vida. Juntamente com os preconceitos e as crenças travam o mecanismo mental, impedindo o ser de observar com a participação da consciência o que ocorre dentro de si mesmo, de reconhecer as próprias faltas e de realizar uma verdadeira superação. Em consequência dessas falhas, conduzem o homem, inevitavelmente, para um destino comum, ao desenvolvimento da personalidade que é o oposto da individualidade. Muitas vezes os pensamentos nos levam a fazer o que não queremos e impedem-nos de fazer o que nos propomos; isto ocorre porque, sem a participação da consciência, atuam independentemente da vontade, sem nenhum controle de nossa parte. No primeiro caso sobrevém o arrependimento, a sensação de culpa, a depressão, o debilitamento. No segundo caso, sobrevém o desestímulo a falta de confiança em nós mesmos. Para eliminarmos a atuação desses pensamentos negativos é imprescindível uma vigilância e uma observação permanente das suas atuações, além da criação de defesas mentais. Sinval Lacerda Para mais informações sobre a Logosofia e a Fundação Logosófica: www.logosofia.org.br

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

O despertar da consciência superior

O ser humano, quando despertado pela consciência, clama, internamente, por verdades que lhe saciem a sede de um saber superior. Sente, então, a necessidade de preencher o vazio interno, produzido pela falta de realizações nesse sentido e pelo desconhecimento dos verdadeiros objetivos da vida para os quais foi criado. A falta de uma orientação segura, com relação a esses aspectos, o tem levado a se projetar, quase sempre, para fora de si mesmo, e dessa forma, é praticamente impossível vincular-se com o próprio interno e tomar contato com a sua natureza superior ou espiritual. Por causa desse desvio sofre as consequências que tanto o deprimem e angustiam. Para solucionar os grandes problemas enfrentados pelos seres, de um modo geral, a Logosofia, criada pelo humanista e pensador González Pecotche, instituiu, como ponto de partida, a superação individual por meio de um processo de evolução consciente, que lhe ensina a conhecer a si mesmo, o sistema mental e o sensível, as Leis Universais, o mundo transcendente, o próprio espírito e o Criador. Podemos observar, por meio das realizações humanas, que o homem somente consegue superar-se e evoluir conscientemente, ao eliminar suas crenças, preconceitos, deficiências psicológicas e quando começa a pensar por si mesmo ao fazer uso da faculdade de pensar, o que contribui para a integração na sua mente dos conhecimentos superiores destinados a atender as suas necessidades espirituais e atuar em conformidade com os objetivos designados pela suprema vontade do Criador plasmada nas Leis Universais. Sinval Lacerda Para mais informações sobre a Logosofia e a Fundação Logosófica: www.logosofia.org.br

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Renovação interna da vida

Fazendo uma revisão da minha vida, senti a necessidade de reconstruí-la sobre bases reais pelo fato de sentir que ela estava baseada somente em coisas supérfluas e corriqueiras, que não me permitiram uma superação concreta em conformidade com os seus grandes objetivos. Com os elementos de que dispunha, isto é, proporcionados pela religião que pratiquei e pela cultura comum, não consegui esse objetivo, apesar das várias tentativas. Somente com o estudo e a prática dos ensinamentos logosóficos estou conseguindo criar uma nova individualidade e uma superação em todas as ordens da minha vida e encaminhá-la para um destino superior. Ao comprovar as mudanças da minha modalidade de ser e do meu caráter, estou realizando com mais esforço e determinação a segunda parte da minha superação: a de eliminar as aderências de preconceitos, de deficiências psicológicas e de crenças, visando criar uma nova imagem bem superior a atual. Observando as minhas atuações e atitudes, percebi que os pensamentos me levavam a fazer o que não queria e me impediam, muitas vezes, de fazer o que me propunha. De acordo com a Logosofia os pensamentos são os agentes causais do comportamento humano. Com os novos elementos adquiridos pude comprovar que devemos disciplinar os pensamentos para que eles possam ficar subordinados a nossa razão, porque caso contrário eles atuam de uma forma aleatória e indisciplinada. Para que pudesse ter um maior domínio sobre eles, procurei seguir a orientação do método logosófico que aconselha conhecê-los, identificá-los e selecioná-los com o objetivo de debilitar e eliminar os negativos, para que os de maior hierarquia possam atuar sem a interferência daqueles. Sinval Lacerda

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

A ciência logosófica

Pela primeira vez tomo contato com os conhecimentos transcendentes, proporcionados pela Logosofia e, ao utilizá-los, sinto estímulos de uma hierarquia bem superior aos dedicados apenas aos conhecimentos comuns. O maior estímulo para o ser humano é a aquisição do saber superior que constitui uma das finalidades da vida. Para alcançarmos esse anelo, devemos reformular o nosso sistema mental, selecionar os pensamentos, eliminar as crenças, os preconceitos e o mal existente dentro de nós por meio da própria redenção. A Logosofia não somente faz referência ao verdadeiro caminho que devemos seguir, mas nos possibilita percorrê-lo por meio da realização do processo de evolução consciente que instituiu e ensina a realizar nas suas Instituições. Podemos comprovar, pela experiência e observação, que o ser humano somente consegue evoluir conscientemente quando começa a pensar por si mesmo, o que contribui para evitar as inculcações. Com os novos conceitos e uma reformulação da minha estrutura mental e psicológica, estou conseguindo edificar uma nova vida bem melhor que a anterior. Essa realidade, comprovada pela superação de conceito e da conduta, além da perspectiva da conquista de outras realizações, atua internamente como uma fonte perene de estímulos na busca do saber. Sinto a necessidade de corresponder a todo bem que recebo, e quanto maior a consciência desse bem, maior é o meu anelo de retribuí-lo, porque a verdadeira gratidão surge da consciência que vamos tendo do bem recebido e à medida que o vamos estendendo aos demais. Aos poucos vou eliminando o amor próprio e o egoísmo que me levavam, e ainda me levam, antes com maior intensidade, a desacatar a Lei Universal de Caridade. Sinval Lacerda Para mais informações sobre a Logosofia e a Fundação Logosófica: www.logosofia.org.br

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Os ciclos da evolução humana por meio das Leis Universais

Deus, ao plasmar a imagem do homem, segundo a Logosofia, determinou-lhe o cumprimento de todos os ciclos de evolução por meio das leis supremas. Para isto, o Criador concedeu-lhe a prerrogativa de conhecer a sua vontade plasmada nessas leis. Ao tomar consciência dessa grande prerrogativa, o homem poderá reger sua vida como ser físico e imortalizá-la como ser espiritual. Quando começamos a compreender e sentir o grande objetivo da vida, passamos à dedicação de mais tempo aos aspectos transcendentes, com o objetivo de superar-nos, evoluir conscientemente e nos constituir em verdadeiros servidores da humanidade. Para isso, é necessária uma grande consagração e a criação inteligente de energias internas, capazes de ajudar-nos a vencer tudo quanto conspire contra os nossos elevados propósitos de bem e contra a firmeza de nossas determinações. Precisamos adquirir o conhecimento dos pensamentos, para podermos entrar em contato com a nossa realidade interna e superar-nos. Para isto, é fundamental conhecê-los, identificá-los, classificá-los e selecioná-los. Essa tarefa exige um esforço inteligente, uma observação interna constante, porque os pensamentos negativos, muitas vezes, se apresentam com vestimentas do bem, o que dificulta a sua identificação. Eles devem ficar subordinados a nossa razão e atender ao que lhes determinamos, porque podem nos levar a fazer o que não queremos, e impedir-nos de fazer o que gostaríamos. A falta de uma orientação segura com relação a esses aspectos tem levado o homem a se projetar para fora de si mesmo, e dessa forma, é praticamente impossível vincular-se com o próprio interno e tomar contato com a sua natureza superior ou espiritual. Por causa desse desvio sofre as consequências que tanto o deprimem e angustiam. O ser humano, à medida que vai se superando e evoluindo, clama, internamente, por verdades que lhe saciem a sede do saber superior, para que possa criar, dentro de si, a felicidade tão ansiada e a orientação segura de um caminho que o conduza ao Criador. A Logosofia proporciona ao ser os meios para a realização do processo de evolução consciente, o qual o conduz ao conhecimento de si mesmo e, consequentemente, aos grandes conhecimentos, tais como: Da Criação, das Leis Universais, da finalidade da vida, do mundo transcendente, do próprio espírito e do Criador. Um dos seus maiores objetivos consiste, exatamente, em ensinar o ser a pensar por si mesmo. A realização do processo de evolução consciente, instituído pela Logosofia, se efetua pela primeira vez na história dos seres humanos. Esse processo, dentre outros aspectos, possibilita o ser, por meio de um método próprio, edificar uma nova vida, ao reestruturar os seus sistemas mental, sensível e instintivo. Sinval Lacerda Para mais informações sobre a Logosofia e a Fundação Logosófica: www.logosofia.org.br

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Diferença entre crença e saber

Baseado nas minhas experiências e observações pude comprovar que as crenças, os preconceitos e as deficiências psicológicas travam as faculdades da inteligência, dificultando a superação e a evolução do ser humano, que somente cresce internamente de uma forma consciente, quando começa a pensar por si mesmo, ao fazer uso das faculdades da mente principalmente da função de pensar. A crença dogmática, nos aspectos evolutivos relacionados aos planos psicológico e espiritual, não produziu nenhum benefício à humanidade, uma vez que, desde tempos remotos até os nossos dias, o ser humano continua na mesma prostração mental, psicológica e espiritual sem perspectiva de superação. De um modo geral, ela leva a uma acomodação com os conceitos inculcados, o que provoca uma inércia mental cujas consequências impedem o ser humano de superar-se e de evoluir com a participação da consciência. A sua influência negativa é tão grande que paralisa uma zona mental, impedindo o ser de evoluir nos aspectos relacionados ao plano transcendente. O saber, contrastando em todos os sentidos com o crer, elimina, gradativamente, as limitações do homem, conduzindo-o a uma constante atividade mental, em conformidade com a lei de evolução, o que contribui para o conhecimento da sua realidade interna, que será o ponto de partida para a sua superação e evolução. A Logosofia proporciona ao ser os meios para a realização do processo de evolução consciente, o qual o conduz ao conhecimento de si mesmo e, consequentemente, aos grandes conhecimentos, tais como: da Criação, das Leis Universais, da finalidade da vida, dos mundos mental, metafísico ou transcendente, do próprio espírito e do Criador. Sinval Lacerda Para mais informações sobre a Logosofia e a Fundação Logosófica: http://www.logosofia.org.br/