quarta-feira, 30 de abril de 2014
Vaidade
Vaidade: surge da inadvertência dos responsáveis pela educação da criança
Por Carlos Bernardo González Pecotche (Raumsol)
A vaidade se insinua quase sempre na infância, vigorizando-se por inadvertência dos pais, propensos com frequência a fomentá-la ou a fechar os olhos a suas manifestações. O certo é que os consentimentos e elogios, quando prodigalizados sem medida pelos adultos, influem desfavoravelmente na formação caracterológica da criança, sendo essa conduta duplamente nociva quando se trata de crianças inclinadas por natureza a contrair a deficiência.
A valorização que em sua presença se costuma fazer de suas aptidões, tanto físicas como de talento, assim como o fato de elas se sentirem donas de roupas, brinquedos e objetos que as destacam entre as demais crianças, contribuem para fomentar nelas o desejo de serem admiradas e o prazer pela lisonja, o que vai definindo rapidamente as características do vaidoso. Uma vez acentuada a deficiência, vai-se criando no ser, já adulto, um complexo de superioridade, tão pernicioso como o seu oposto, o de inferioridade.
Nem sempre, entretanto, a vaidade tem essa origem. É frequente ver como seres que nunca tiveram de que se envaidecer, de repente revelam essa particularidade negativa em consequência de um êxito, de uma mudança favorável de fortuna, etc., o que nos mostra quão suscetível é a criatura humana à vaidade, e quão necessário é que ela cimente em si mesma a qualidade moral que lhe sirva de resguardo contra tais ciladas.
Esta deficiência reveste de ouropel a figura da pessoa, que, comprometida por essa circunstância, se vê obrigada a exaltar ante parentes e amigos suas próprias luzes, méritos ou qualidades.
É fácil comprovar que a vaidade não pode manifestar-se sem menoscabo dos méritos alheios, e ela poderia muito bem ser definida como uma sutil ofensa que se faz ao semelhante, colocado sempre em inferioridade de condições pelo vaidoso.
Esta falha psicológica fecha o entendimento, prostra a faculdade de raciocinar e entorpece o livre jogo das faculdades da inteligência. Se as faculdades de pensar, de observar ou de raciocinar operassem no vaidoso com inteira liberdade, não se poderia admitir que tivessem deixado de adverti-lo dos prejuízos que suas deficiências lhe ocasionam, sobretudo o desconceito.
www.logosofia.org.br
http://www.logosofia.or/
segunda-feira, 28 de abril de 2014
Reconstrução da minha vida
Reconstrução da minha vida
A recordação constante de muitas conquistas proporcionadas pela Logosofia, nas diversas ordens da minha vida, tem contribuído para a criação de uma fonte perene de estímulos que tem contribuído para a realização dos grandes objetivos da vida.
Com a realização do processo de evolução consciente, instituído pela ciência logosófica, vou me conscientizando das minhas deficiências e da conquista dos conhecimentos superiores indispensáveis para a criação de uma nova individualidade e de um destino superior.
Para o conhecimento da minha realidade interna, dos semelhantes, do mundo metafísico, das Leis Universais, dos mistérios da Criação é imprescindível voltar-me para dentro de mim mesmo, organizar os meus sistemas mental e sensível, selecionar os pensamentos e eliminar as deficiências psicológicas.
As inquietudes, segundo a Logosofia, são produzidas pelo próprio espírito e é um chamado à razão e à sensibilidade para despertar no nosso interno a necessidade de realizar a própria superação.
Fazendo uma avaliação a respeito do aproveitamento do tempo, com a orientação dos elementos logosóficos, sinto necessidade de administrá-lo melhor, ao organizar as atividades da minha vida, e encaminhá-la em conformidade com a suprema vontade do Criador plasmada nas Leis Universais.
Ao recordar-me das minhas vivências e experiências do passado, tenho procurado extrair delas os elementos positivos com o objetivo de aplica-los nas minhas atuações do presente e do futuro.
Antes de tomar contato com a Logosofia, pelo fato de estar voltado para as coisas comuns e materiais da vida, em detrimento das realizações internas e espirituais não consegui conquistar elementos de uma hierarquia superior com os quais pudesse encaminhar a minha vida para os seus elevados fins.
Para o funcionamento da função de pensar, tenho procurado conhecer melhor os pensamentos que atuam na minha mente, selecioná-los, procurando ao mesmo tempo reparar a minha estrutura psicológica e mental dos inúmeros elementos nocivos inculcados pela crença dogmática na minha mente principalmente na infância.
Sinval Lacerda
Para mais informações sobre a Logosofia e a Fundação Logosófica:
www.logosofia.org.br
quarta-feira, 23 de abril de 2014
O despertar de uma nova vida
O despertar de uma nova vida
Analisando os meus empenhos no sentido de alcançar uma superação interna, percebi a falha que estava cometendo ao dedicar os meus esforços apenas para o externo, para a parte material em detrimento da parte espiritual.
Em consequência dessa atuação, não consegui direcionar a minha vida para a sua finalidade primordial nem preencher os vazios internos, os únicos capazes de proporcionar-me a paz interior, a alegria frente à vida e a própria felicidade.
Ao comprovar a afirmação logosófica de que tudo que existe na Criação está sujeito a um processo evolutivo, em conformidade com a Lei Universal de Evolução, pude concluir que no caso do ser humano há uma possibilidade de realizar um processo de evolução consciente, considerando que o Criador ao plasmar a imagem do homem já lhe concedeu todos os meios necessários para a realização desse processo.
Fazendo uma retrospectiva da minha vida pude verificar que os elementos constitutivos das crenças inculcados na minha mente não contribuíram para aminha superação interna; pelo contrário, travaram as faculdades da minha inteligência e afetaram as faculdades da minha sensibilidade.
Segundo a Logosofia as Leis Universais regem a evolução do ser humano e concedem-lhe a prerrogativa de absorver-se de suas faltas à medida que experimenta o bem dentro de si mesmo e o vai traduzindo em obras que possam beneficiar aos demais.
Sinval Lacerda
Para mais informações sobre a Logosofia e a Fundação Logosófica:
www.logosofia.org.br
domingo, 13 de abril de 2014
Benefícios conquistados com os ensinamentos logosóficos
Analisando a causa do desestímulo em que vivia antes de tomar contato com a Logosofia, posso concluir que se devia pela falta de realizações internas e de uma orientação segura com a qual pudesse dar uma nova direção a minha vida. O meu conceito de vida se limitava ao que os preconceitos e as crenças inculcadas me permitiam conceber e, naturalmente, atuava em conformidade com eles.
Após várias pesquisas e estudos dos ensinamentos, pude perceber a grande diferença existente entre os conhecimentos comuns e os superiores. Os primeiros atendem apenas às necessidades comuns da vida, são externos e utilitários; os segundos estão destinados a atender a nossa natureza espiritual e são dirigidos ao interno para a formação da consciência superior que nos possibilitará a realização do processo de evolução consciente que, por sua vez, nos ajudará a alcançar os grandes objetivos da vida.
Baseando-me na minha experiência relacionada com a própria superação, tenho verificado que é necessária uma grande consagração, uma luta constante contra a natureza inferior e contra tudo que possa desviar-nos dos objetivos delineados além da eliminação das crenças e dos preconceitos que nos foram inculcados.
Com o estudo e a prática dos ensinamentos da ciência logosófica, pude perceber a possibilidade de criar uma nova individualidade e de reformular a minha vida em sua parte mental e psicológica em bases reais em conformidade com os desígnios de Deus plasmados nas Leis Universais.
Com a orientação logosófica percebi que todas as minhas atuações e a minha própria vida eram manobradas pelos pensamentos próprios ou alheios, sendo a maioria de índole inferior, o que produzia em meu interno uma insegurança e uma falta de estímulos.
Sinval Lacerda
Para mais informações sobre a Logosófica e a Fundação Logosófica:
www.logosofia.org.br
quarta-feira, 2 de abril de 2014
A verdadeira gratidão
A verdadeira gratidão
Tenho comprovado que a verdadeira gratidão surge da consciência que vamos tendo do bem recebido e à medida que o vamos levando aos demais. Tomando por base esse conceito sinto a necessidade de elevar o meu pensamento de gratidão a Deus pela oportunidade de haver-me concedido a vida e ter me proporcionado todas as condições para superar-me e evoluir com a participação da consciência. Ao criador da Logosofia pela contribuição de seus ensinamentos que me têm proporcionado criar uma nova individualidade e o encaminhamento da minha vida para a sua finalidade primordial.
Um pensamento que com a ajuda dos elementos logosóficos se hierarquizou na minha mente foi o da realização do processo de evolução consciente instituído pela ciência logosófica, o único meio para alcançar o conhecimento da minha realidade interna, do mundo mental ou metafísico, das Leis Universais nas quais estão plasmados os supremos desígnios do Criador, da aproximação do meu espírito, e de Deus.
Com a realização do processo de evolução consciente, segundo a Logosofia, vamos aliviando o peso de nossas culpas, ao fazer o bem com inteligência, primeiro a nós mesmos e transformando esse bem em obras que possam beneficiar aos semelhantes conforme prescreve a Lei Universal de Caridade.
Dessa forma podemos comprovar a afirmação logosófica de que o ser humano pode ser o seu próprio redentor, baseado na prerrogativa da Lei de Evolução.
Pude comprovar nas minhas experiências e observações com a ajuda dos elementos logosóficos, que o desconhecimento e o desacato das Leis Universais ocasionam ao ser humano uma insatisfação frente à vida e um vazio além de uma opressão moral; entretanto, elas amparam o ser que as acata.
Sinval Lacerda
Para mais informações sobre a Logosofia e a Fundação Logosófica:
www.logosofia.org.br
Assinar:
Comentários (Atom)