sexta-feira, 28 de novembro de 2014

A Logosofia abre novos horizontes para a vida

Cultivando a mente

Cultivando a mente Por Carlos Bernardo González Pecotche (Raumsol) Nas pessoas em geral observa-se, com bastante frequência, que a maioria pretende resolver seus problemas ou encontrar soluções para as situações complicadas que se apresentam no curso da vida, somente nos breves momentos em que ocupa sua mente nisso, quando a ameaça de perigos já pressiona e é necessária, em curto prazo, uma decisão terminante. A Logosofia define esta posição como inconsistente, irracional e ilógica, apresentando, como exemplo, um ser que pretendesse chegar ao destino antes de ter partido. Poderia oferecer também a mesma imagem um homem que forçasse desesperadamente o crescimento de uma árvore, a fim de obter a fruta muito antes do tempo, ou que amaldiçoasse o veículo que o transporta de um lugar a outro, por não acelerar a velocidade em mil por cento, conforme seus desejos e aflição. Quem conhece a atuação dos pensamentos como entidades autônomas não força o livre exercício de suas faculdades mentais Isto acontece porque o que os seres menos recordam é que têm uma mente que, organizada, pode resolver-lhes todas as situações, torná-los felizes e preservá-los dessas alterações desagradáveis que tanto afetam a sensibilidade. O investigador da Logosofia, que já tem certos conhecimentos sobre a atuação dos pensamentos como entidades autônomas, não força – como faria quem pretendesse encontrar brusca e precipitadamente uma fórmula mágica para resolver os problemas que inesperadamente o pressionam – o livre exercício de suas faculdades mentais, senão que as estimula constantemente, proporcionando-lhes todo elemento propício e evitando-lhes, no possível, perturbações externas que dificultem o processo da solução que se elabora na mente. O homem vive geralmente sem rumo fixo, à mercê do destino que o leva de um lado a outro. Isto quer dizer que não pode ter a menor segurança de seu futuro. Não fixou uma rota a seguir nem um objetivo pelo qual deva trabalhar empenhadamente, com decisão indeclinável e firme entusiasmo. Daí, então, que não possa dirigir conscientemente o processo de amadurecimento de nenhuma ideia e, quando esta sobrevém por inesperada inspiração, seja o primeiro a surpreender-se. Não pode fazê-lo por falta do conhecimento técnico e da capacitação adequada para realizar, com êxito, um labor tão próprio da inteligência e de caráter tão eminentemente individual. Ao contrário, quem experimenta os conhecimentos logosóficos prepara seu campo mental adubando científica e convenientemente seus cultivos, a fim de que nesse campo germinem as ideias e floresçam os conhecimentos. Como se faz? Muito simples: determinando com precisão o que se propôs cultivar, seja em ciência, em arte ou em tudo o que pertença à Sabedoria Universal; fixando as normas de conduta que haverá de seguir; definindo depois os exames a que deverá submeter o cultivo do conhecimento escolhido; efetuando ensaios dos primeiros resultados e, finalmente, experimentando a certeza que lhe dará a segurança de sua posse real. Texto extraído do livro Introdução ao Conhecimento Logosófico, pág. 29-33

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

A Logosofia abre novos horizontes para a vida Por Carlos Bernardo González Pecotche (Raumsol) 11 de agosto: Dia Internacional da Logosofia A Logosofia oferece novos e valiosos elementos de primordial importância para o desenvolvimento das faculdades da inteligência e propõe uma das concepções máximas do pensamento, sobre a qual haverá de forjar-se a individualidade do futuro. Apresenta, como fórmula ideal para responder às exigências dos problemas futuros, o princípio de reforma individual sobre a base de uma evolução efetiva do pensamento humano rumo a conceitos mais amplos e fecundos, que orientem o homem, permitindo-lhe uma superação verdadeira em todas as ordens da vida. Entendemos que toda obra fecunda que tenda ao bem comum, que propicie a superação moral e o aperfeiçoamento do indivíduo, deve encontrar o auspício de todos os que nasceram em berços honestos e sintam correr, em suas veias, o sangue abnegado dos que em todas as épocas se preocuparam pelo bem-estar e pelo progresso da humanidade. Nossos propósitos concentram, como já manifestamos em conferências públicas e em inumeráveis publicações, os mais elevados fins de cultura e de superação em todas as ordens do esforço humano. Queremos, para as gerações contemporâneas e futuras, um mundo melhor, baseado em compreensões amplas acerca das altas prerrogativas que se abrem ao porvir dos homens, quando estes procuram merecê-las e torná-las suas, mediante o estudo e o entendimento dos problemas que dizem respeito à inteligência, no harmônico jogo do esforço, da consagração e da consideração geral. Oferecemos, para cumprimento dos deveres que entendemos ineludíveis da consciência, nossos afãs e a produção de nosso espírito, como trabalhadores incansáveis e decididos, para que esta obra, que já se desenvolve em milhares de seres, se difunda e se estenda pelo mundo, levando a palavra de alento, construtiva e fecunda, a fim de comover o coração e a mente de todos e oferecer sua ajuda ali, onde devem ser contempladas as necessidades do futuro, ao se projetarem as novas normas que haverão de imperar no mundo, tal como de uns tempos para cá vem sendo preconizado. E, quando nos é dado ouvir, de uma inumerável quantidade de pessoas, os benefícios obtidos graças à aplicação do ensinamento logosófico, pensamos que não nos equivocamos ao admitir, com tão fundadas razões, que nossa obra haverá de constituir uma das maiores contribuições para o bem da humanidade. Texto extraído da Coletânea da Revista Logosofia, tomo 3, pág. 123-124

terça-feira, 11 de novembro de 2014

A natureza dos pensamentos

Analisando a natureza dos pensamentos com profundidade, verifiquei que os conceitos comuns não definem a realidade da sua essência. Eles são entidades psicológicas criadas pela faculdade de pensar e quando alimentados pelos elementos constitutivos da energia mental, adquirem vida própria na mente do ser. São construtivos quando subordinados às diretrizes da inteligência, caso contrário, induzem o ser humano a cometer faltas apesar do firme propósito de evitá-las. Somente com a ajuda dos elementos logosóficos, estou conseguindo ampliar esse conceito e perceber a sua influência na minha vida. Observando as minhas atuações e atitudes tanto para o bem quanto para o mal, pude verificar que eram consequências de suas interferências. Levavam-me, muitas vezes, a fazer o que não queria e deixava de fazer o que me propunha. Antes de tomar contato com os ensinamentos logosóficos, estava completamente alheio a tudo que existia além dos meus sentidos. Não imaginava que pudesse haver algo superior às "verdades" que acreditava conceber. O fato de estar voltado para fora de mim mesmo, em contato apenas com as coisas corriqueiras da vida comum, impedia-me de vislumbrar a possibilidade de elevar a minha vida para um destino superior e descobrir a minha realidade e os meus valores internos, tais como os meus sistemas mental e sensível, os hereditários e a minha natureza espiritual. Senti, então, a necessidade de inverter a direção que estava seguindo. Em vez de me projetar somente para fora, comecei a voltar-me, também, para dentro de mim. Foi exatamente essa inversão de rota que me possibilitou valorizar os aspectos internos relacionados com as partes moral e espiritual, o que está me permitindo edificar uma nova vida e encaminhá-la para um destino superior. “A disciplina mental assinala tudo quanto se relaciona com as atividades da mente e alcança também os pensamentos”. É fundamental para o melhor aproveitamento no desempenho das diversas ordens da vida. Contribui para a maior capacitação mental e uma economia de energia e de tempo, ao permitir ao ser usar essa disciplina com a participação da consciência e da concentração de energia mental para um determinado sentido previamente determinado. Sinval Lacerda Para mais informações sobre a Logosofia e a Fundação Logosófica: www.logosofia.org