quarta-feira, 31 de dezembro de 2014
Enfoque de planos superiores
Após uma avaliação das minhas conquistas, principalmente com relação à superação de conceitos e de conduta, pude perceber a grande diferença existente entre a etapa anterior da minha vida, baseada em conhecimentos comuns e em elementos proporcionados pelas crenças e a posterior com o estudo e prática dos ensinamentos logosóficos.
Quando percebi que os pensamentos são susceptíveis de evolução e que muitos se encontravam estáticos na minha mente, iniciei uma seleção desses pensamentos com o objetivo de eliminar os inúteis e negativos e em seu lugar criar novos pensamentos de maior hierarquia que pudessem atender a minha superação interna e encaminhar a minha vida para um destino superior.
A superação de muitos conceitos contribuiu para uma melhora da minha conduta nas diversas ordens da minha vida e para que pudesse enfocar o meu entendimento para aspectos bem superiores aos da vida comum.
Com o despertar da consciência superior senti a manifestação de muitos anelos que se encontravam adormecidos dentro de mim, e com a orientação dos conhecimentos logosóficos vou transformando esses anelos em realidade, o que me tem proporcionado uma grande alegria interna e uma segurança nas minhas atuações e atitudes.
Todos esses elementos têm contribuído para uma atuação em conformidade com o maior objetivo da vida: a aquisição do saber superior, o aperfeiçoamento e a transformação dos benefícios conquistados em obras que possam beneficiar aos semelhantes, conforme prescreve a Lei Universal de Caridade.
A Logosofia é uma ciência e cultura ao mesmo tempo, que está destinada a criar no ser humano uma nova individualidade que lhe permite conhecer a si mesmo e encaminhar a sua vida em direção aos supremos desígnios do Criador plasmados nas suas supremas Leis Universais.
Sinval Lacerda
Para mais informações sobre a Logosofia e a Fundação Logosófica:
www.logosofia.org.br
quinta-feira, 18 de dezembro de 2014
Capa do livro evolução consciente
curso de
iniciação
logosófica
estudo e prática dos
conhecimentos que o integram
Carlos Bernardo González Pecotche
RAUMSOL
Estamos em condições de assegurar,
com a autoridade que nos
é conferida pela própria obra que
vamos desenvolvendo, bem como
pelos testemunhos vivos surgidos
de inumeráveis experiências levadas
a bom termo, que os gozos
estéticos que se experimentam –
ao sentir-se cada um dono de
recursos internos que superam
tudo o que foi imaginado sobre
uma vida melhor – são infinitamente
mais densos que aqueles
que os gozos materiais podem
oferecer, inclusive os afagos e
satisfações pessoais, que só duram
um instante.
Subentender-se-á que é à juventude,
em primeiro lugar, que estes
conhecimentos devem interessar,
por achar-se ela em plena etapa
de formação mental, psicológica
e espiritual. Entretanto, pais, responsáveis
e professores deverão
contribuir com suas luzes para
mostrar-lhe as vantagens desta
autêntica investigação interna,
destinada a aperfeiçoar o homem
e fazer que renasça nele a confiança
em si mesmo.
A Logosofia é uma ciência
criadora e depositária de conhecimentos
concretos para a vida,
passíveis todos de realização individual,
ao serem aplicados conscientemente
à própria psicologia.
Abrimos, em síntese, as portas
de uma nova e fecunda investigação
e oferecemos, ao mesmo
tempo, os resultados que se
obtêm mediante o estudo e
prática dos conhecimentos que
integram esta nova e muito esperada
ciência do aperfeiçoamento
imediato, positivo, integral e
consciente do homem.
Por tudo o que ficou exposto,
ver-se-á a importância capital de
que se reveste a concepção logosófica
no reordenamento das
condições humanas e no conhecimento
cabal de si mesmo.
CURSO DE
INICIAÇÃO
LOGOSÓF
terça-feira, 16 de dezembro de 2014
Defesas mentais na adolescência e juventude
Defesas mentais na adolescência e juventude
Por Carlos Bernardo González Pecotche (Raumsol)
Durante a adolescência e a juventude, a vida passa de distração em distração. Não existem nas almas adolescentes preocupações básicas nem ideais definidos, e, se em alguma existirem, é devido mais à transmissão direta do pensamento de seus maiores do que por própria ação. Sendo esta situação comum nas pessoas, será preciso dotar essa juventude de um vigoroso conhecimento de si mesma, fazendo com que a vida seja, desde essa incipiente idade, maciça e sólida nas concepções da inteligência. Assim se evitaria que esses anos de contínuas distrações tornassem a vida vazia, ao levarem a vivê-la nos deleites dessas distrações. Isso porque não se deve esquecer que o nível da espécie à qual pertencemos está condicionado ao caráter consciente de nossa natureza mental, o que implica possuir uma capacidade de inteligência que nos diferencie das demais espécies que povoam a Terra.
É preciso dotar a juventude de um vigoroso conhecimento de si mesma
Esse vigoroso conhecimento a que nos referimos não pode circunscrever-se a uma mera ilustração posta em fôrmas pedagógicas; deve diferenciar-se daquilo que os programas comuns de estudo abrangem, na forma e na técnica para ministrá-lo, assim como no aspecto prático. Será necessário que a aplicação dos conhecimentos que surgem desse ensinamento se verifique no campo da experiência própria e da observação individual, a fim de que os resultados buscados sejam obtidos pela assimilação consciente de tais conhecimentos e pelo aumento progressivo da capacidade mental e moral de cada um.
Enquanto não se tenha uma visão clara de como atuam os pensamentos dentro da mente e, portanto, não se possa efetuar uma rigorosa seleção deles, a pessoa estará sempre à mercê do que eles determinem. Pode-se ver quão grande é a razão que nos assiste ao reclamar esta instrução, não somente para a juventude, mas também para todos os que carecem de tão especial educação mental.
A mente humana é suscetível a todo tipo de alterações na ordem de suas ideias, de seus pensamentos e de tudo que seja incumbência de suas funções racionais, psicológicas e morais. É, portanto, vulnerável a qualquer agente estranho que nela se introduza, devendo o homem padecer depois os efeitos perniciosos que lhe ocasionar, por não existir na maioria das pessoas um verdadeiro controle nesse sentido.
Que deve fazer quem se encontre nessas condições, para contrapor-se à situação incômoda e perigosa em que se coloca? Começar por considerar a mente como o baluarte mais precioso de sua individualidade, o qual deve converter-se numa fortaleza inexpugnável, para que só tenham acesso a ela os pensamentos que servem à causa da evolução.
Para que a mente se converta nessa fortaleza inexpugnável, terão de ser constituídas as devidas defesas mentais, únicas muralhas capazes de rechaçar o pensamento invasor que pretenda introduzir nela os germens de ideias arbitrárias ou estranhas às que cada um tenha sido capaz de impor a si mesmo, com a finalidade de alcançar nobres propósitos.
Texto extraído da Coletânea da Revista Logosofia, tomo 3, p. 147 a 149
terça-feira, 9 de dezembro de 2014
O domínio dos pensamentos e o triunfo na vida
O domínio dos pensamentos e o triunfo na vida
Por Carlos Bernardo González Pecotche (Raumsol)
A Logosofia afirma, e já demonstrou em múltiplas experiências realizadas, que são os pensamentos os que governam a vida do homem e que, devido à ignorância humana acerca da influência que estes exercem sobre a vontade, o homem se encontra à mercê ou ao capricho de agentes estranhos a sua consciência e, por conseguinte, alheios a seu conhecimento.
Por que são poucos os que triunfam e muitos os que fracassam no campo de batalha que o mundo apresenta ao ser, desde que começa a dar seus primeiros passos, valendo-se somente de suas forças e recursos?
A resposta não pode ser mais eloquentemente satisfatória, se for levado em conta o que acabo de expressar sobre os pensamentos. Poucos são os que triunfam, porque poucos têm a inteligência suficientemente lúcida para transpor com felicidade os obstáculos que as situações, nem sempre favoráveis, fazem surgir no decorrer da execução dos projetos que o ser se propôs a realizar; obstáculos que existem até para os que vivem folgadamente e que devem ser superados com paciência e, sobretudo, com muito acerto.
Pois bem; todos podem triunfar e até contribuir para o êxito dos demais se, com tempo, preparam suas faculdades mentais desenvolvendo-as, a fim de fazer uma reserva prévia de conhecimentos que os habilite a exercer as funções que haverão de desempenhar como parte inevitável de suas atuações futuras.
O homem, para chegar a ser verdadeiramente dono de si mesmo, deve ter pleno domínio sobre seus pensamentos
A eficácia dos métodos logosóficos, comprovada por muitos dos que os empregaram com total êxito, poupa, àquele que se propõe praticá-los, muitas vicissitudes que se traduzem em dolorosas contrariedades, pois lhe evitam inúmeros tropeços que, sem o auxílio da Logosofia, haveria de dar. Neste caso, o saber supre a experiência e ilumina os passos, indicando o reduto seguro por onde se poderá passar, evitando os transes difíceis que, com tanta frequência, espantam a imaginação dos desprevenidos, os quais, inconscientemente ou temerariamente, confiam transpô-los com seus próprios meios, sempre deficientes, e sem ter a menor ideia das consequências provenientes de tal atitude.
O homem, para chegar a ser verdadeiramente dono de si mesmo, deve ter pleno domínio sobre seus pensamentos; então, também o terá sobre sua vontade. Isso explica por que muitos podem perseverar em seus afãs sem violentar a firmeza de suas decisões, o que não acontece nos casos em que pensamentos de tendência apressada frustram os projetos do ser com a impaciência que caracteriza a quem não sabe medir o tempo, nem conhece em que grau ele é indispensável para a realização de cada coisa.
Texto extraído do livro Introdução ao Conhecimento Logosófico, pág. 37-39
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